A Justiça negou, na última sexta-feira (18/9), um pedido do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, para que fosse retirado um vídeo feito por Inteligência Artificial (IA) das redes do ex-governador de Minas Gerais e candidato ao Planalto Romeu Zema (Novo).
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Além da remoção do vídeo, Lulinha pede uma indenização por danos morais.
Nos autos, a defesa do filho de Lula alega que o vídeo publicado por Zema ultrapassa os limites da liberdade de expressão e da crítica e que, por meio da IA “teria empregado sua imagem em situações fictícias e associado sua pessoa a fatos falsos ou apresentados de maneira descontextualizada, com potencial ofensivo à sua honra e imagem”.
No vídeo, Zema reproduz um diálogo entre Lula e Lulinha, na qual o presidente conversa com o filho sobre as investigações que supostamente teria “colocado o dedo” para livrar Lulinha.
Feito por IA, o vídeo de Zema coloca Lulinha como o “Messi da impunidade”.
Neste momento, a Justiça não julgou o mérito do pedido, se o vídeo é ou não ilegal. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) apenas negou que o vídeo fosse retirado do ar imediatamente, determinando que Lulinha e Zema se manifestem nos autos para que posteriormente possam tomar uma decisão final.

