Pela terceira vez seguida, a primeira-dama Janja da Silva vestiu um casaco com bordado palestino durante uma Assembleia Geral da ONU. Conhecida como tatreez, a técnica manual é tradicionalmente transmitida de mãe para filha e carrega símbolos associados à força, à memória e à sabedoria do povo palestino.
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Gesto simbólico
Nesta terça-feira (22/9), em Nova York, Janja apareceu com uma peça vermelha, adornada por pontos geométricos coloridos, como demonstração de apoio à causa palestina. Em publicação no Instagram, a primeira-dama lamentou a violência contra mulheres e meninas: “Os anos passam, e meninas e mulheres seguem sendo assassinadas em seus territórios”.
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“Hoje, visto essa história para lembrar que não existe paz enquanto vidas inocentes continuarem sendo perdidas”, acrescentou.

Janja e o apoio à causa palestina
Presente da Embaixada da Palestina no Brasil, o blazer já acompanhou Janja em duas outras edições da Assembleia Geral da ONU. A peça foi usada pela primeira-dama em 2024 e 2025.

Janja atua como uma voz ativa de apoio político e humanitário à Palestina, alinhando sua agenda pública às diretrizes internacionais do governo Lula. Sua relação com a causa se expressa tanto por meio do engajamento em fóruns internacionais — onde defende o cessar-fogo na Faixa de Gaza, o envio de ajuda alimentar e a proteção de mulheres e crianças —, quanto pelo uso de diplomacia cultural e símbolos de resistência, como o bordado tradicional tatreez e a kufiya, em eventos oficiais.







Vestido de noiva de Janja
Ricardo Stuckert/DivulgaçãoPrimeira-dama com hanbok azul-claro
@janjalula/Instagram/ReproduçãoRoseana Sarney recebeu a visita do presidente Lula e da primeira-dama Janja durante o tratamento do câncer
Reprodução/Redes SociaisPrimeira-dama Janja Lula da Silva
LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNovaMoraes, Janja e Lula
Ricardo StuckertJanja
Ricardo Stuckert
