A atriz Luana Piovani usou as redes sociais para criticar o influenciador Rico Melquiades neste sábado (19/9). O criador de conteúdo é alvo de investigação do Ministério Público Eleitoral (MPE) de Alagoas por possível coação eleitoral após questionar o posicionamento político de funcionárias.
Após a repercussão, Piovani republicou a retratação pública feita pelo vencedor de A Fazenda nas redes sociais. Junto do vídeo, ela escreveu: “Demônio da mandíbula hialurônica”.
No vídeo que motivou a apuração, Rico afirma não querer “petista dentro de casa” e questiona o voto das trabalhadoras. O caso foi encaminhado à Polícia Federal para investigação na esfera criminal.
Veja o vídeo em questão:
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Retratação
Rico compartilhou uma retratação nessa sexta-feira (18/9), após a publicação do registro em que aparece questionando as funcionárias sobre preferências políticas e afirma que não quer pessoas que votem no Partido dos Trabalhadores (PT) trabalhando em sua casa.
Na pedido de desculpas, Rico Melquiades diz que, enquanto influenciador, tem “responsabilidade com o público e também com as leis trabalhistas e também eleitorais”. O Metrópoles acionou o MPE para questionar se a retratação pública se trata de uma manifestação espontânea ou de uma determinação do órgão.
“Nenhum tipo de funcionário deve sofrer qualquer tipo de coação ou imposição por parte do empregador”, declarou.




O influenciador Rico Melquiades
Reprodução/Redes sociaisLuana Piovani.
Reprodução/O Globo.Luana Piovani admite erro do passado: "Eu fui racista e errei"
Instagram/reproduçãoRico é alvo do MPE e da PF
- O Ministério Público Eleitoral de Alagoas (MPE) tornou Rico Melquiades alvo de investigação por possível prática de coação eleitoral após o vídeo que viralizou nas redes sociais.
- Na publicação, o alagoano questiona o posicionamento político das funcionárias e declara, em tom de ameaça, que não quer “petistas” na residência.
- “Quem paga o salário de vocês? Não quero petista aqui dentro. Tu é do PT, Manoela? Responde. Pegue suas coisas. Está demitida”, disse na ocasião.
- O MPE também encaminhou o caso à Polícia Federal e informou que pretende levar a situação à Justiça Eleitoral para buscar medidas que evitem a repetição de condutas semelhantes.

