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Filme com Conceição Evaristo vence o 59º Festival de Brasília

Radar Olhar Aguçado(há 38 minutos)
Filme com Conceição Evaristo vence o 59º Festival de Brasília

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou, neste sábado (19/9), no Cine Brasília, os vencedores da 59ª edição. Na Mostra Competitiva Nacional, o Troféu Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial ficou com Se Eu Fosse Vivo… Vivia, de André Novais Oliveira (MG). O filme, que passou pelos festivais de Berlim e Internacional de Cinema de Cartagena das Índias antes de chegar a Brasília, tem a escritora Conceição Evaristo no elenco, em sua estreia como atriz.

Em viagem a Nova York, Conceição Evaristo acompanhou a premiação por telefone e teve a ligação transmitida no palco. Ao agradecer pela menção honrosa, a escritora falou sobre a experiência de estrear como atriz.

“Eu agradeço imensamente a toda a equipe que depositou essa confiança em mim. Atuar foi um aprendizado muito grande, muito grande também do ponto de vista emocional. Viver uma personagem de uma relação amorosa, de uma relação que indica a fidelidade de uma família negra, isso, para mim, foi um aprendizado muito grande. Sem sombra de dúvida, vai fluir na minha literatura”, afirmou.

Se Eu Fosse Vivo… Vivia acompanha cinco décadas da vida de Gilberto e Jacira, um casal que se conhece na década de 1970, em Contagem (MG), e constrói a vida juntos na cidade. Cinquenta anos depois, os dois mantêm uma rotina compartilhada e afetuosa. A dinâmica muda quando Jacira é internada e Gilberto passa a vivenciar situações perturbadoras e fora do comum, que o conduzem rumo ao desconhecido. Conceição Evaristo interpreta Jacira.

O prêmio marca a quarta participação de André Novais Oliveira como diretor no Festival de Brasília e o segundo troféu de Melhor Filme conquistado por ele na mostra. O primeiro veio em 2018, com Temporada.

O longa também rendeu ao diretor os prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Figurino. Novais já havia sido reconhecido pelo roteiro no festival em 2023, por O Dia Que Te Conheci. Como vencedor de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial, Se Eu Fosse Vivo… Vivia ainda recebe o Prêmio Like, no valor de R$ 50 mil em apoio de mídia.

Entre os curtas da Mostra Competitiva Nacional, Cana foi o filme mais premiado. A produção levou, além do prêmio principal pelo Júri Oficial, os troféus de Melhor Trilha Sonora, para Daniel Rone e Guilherme Xavier, e Melhor Ator, para Gerin Black. O filme também recebeu o Prêmio Abraccine de Melhor Curta-Metragem e o Prêmio Canal Brasil.

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O Cine Brasília ficou lotado para a premiação
Sara Rocha, diretora do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Filme com Conceição Evaristo vence o 59º Festival de Brasília - imagem 4
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Metrópoles
59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chegou ao fim neste sábado (19/9)
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59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chegou ao fim neste sábado (19/9)

Vinicius Schmidt/Metrópoles
O Cine Brasília ficou lotado para a premiação
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O Cine Brasília ficou lotado para a premiação

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Sara Rocha, diretora do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
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Mostra Brasília

Na Mostra Brasília – 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, o destaque foi Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça. O filme foi escolhido como Melhor Longa-Metragem tanto pelo Júri Oficial quanto pelo Júri Popular. A mostra distribuiu R$ 298 mil em prêmios oferecidos pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Entre os curtas, Dora, de Murilo Abreu, venceu o prêmio de Melhor Curta-Metragem pelo Júri Oficial. Micheli Santini, protagonista do filme, também recebeu o troféu de Melhor Atriz. Já o Júri Popular escolheu Hacker Leonilia como melhor curta.

Veja a lista completa:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – TROFÉU CANDANGO

Curta-metragem

Melhor Curta-Metragem – Júri Oficial: Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro
Melhor Curta-Metragem – Júri Popular: Lagoa do Abandono, de Diego Maia
Melhor Direção: Catapreta, por Fundura
Melhor Roteiro: Nicolau, por Gastronomia do Olho
Melhor Atriz: Leviathan, por Futuro Decadance
Melhor Ator: Gerin Black, por Cana
Melhor Fotografia: Gabriel Lucena, por Gastronomia do Olho
Melhor Direção de Arte: Catapreta, por Fundura
Melhor Figurino: Leviathan, por Futuro Decadance
Melhor Trilha Sonora: Daniel Rone Guilherme Xavier, por Cana
Melhor Edição de Som: Daniel Nunes, por Fundura
Melhor Montagem: Leviathan (AL), por Futuro Decadance
Prêmio Abraccine – Melhor Longa-Metragem: Pequenas Tragédias, de Daniel Nolasco

Longa-metragem

Melhor Longa-Metragem – Júri Oficial: Se Eu Fosse Vivo… Vivia, de André Novais Oliveira (MG)
Melhor Longa-Metragem – Júri Popular: Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann (RJ)
Melhor Direção: Daniel Nolasco (GO), por Pequenas Tragédias
Melhor Roteiro: André Novais Oliveira (MG), por Se Eu Fosse Vivo… Vivia
Melhor Atriz: Martha Nowill, por Privadas de Suas Vidas (RS)
Melhor Ator: Guilherme Théo, por Pequenas Tragédias
Melhor Atriz Coadjuvante: Aivan, por Pequenas Tragédias, e Olivia Torres, por Privadas de Suas Vidas
Melhor Ator Coadjuvante: Lucas Leto, por Todo o Sentimento (BA)
Melhor Fotografia: Victor de Melo, por Sabes de Mim, Agora Esqueça (DF)
Melhor Direção de Arte: Juliana Lobo, por Privadas de Suas Vidas (SP)
Melhor Figurino: Diana Moreira, por Se Eu Fosse Vivo… Vivia (MG)
Melhor Trilha Sonora: Daniel Nolasco, por Pequenas Tragédias
Melhor Edição de Som: Lucas Coelho, por Sabes de Mim, Agora Esqueça (DF)
Melhor Montagem: Luciano Carneiro, por Pequenas Tragédias (GO)
Prêmio Abraccine – Melhor Curta-Metragem: Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro (SP)

MOSTRA BRASÍLIA – 29º TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

Melhor Longa-Metragem – Júri Oficial: Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça
Melhor Curta-Metragem – Júri Oficial: Dora, de Murilo Abreu
Melhor Longa-Metragem- Júri Popular: Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça
Melhor Curta-Metragem – Júri Popular: Hacker Leonilia
Melhor Direção: Rafael Lobo, por Mapas
Melhor Roteiro: Talita Carvalho, por Madre
Melhor Atriz: Micheli Santini, por Dora
Melhor Ator: Lupe Leal, por Impostor
Melhor Fotografia: Petrônio Neto e Nicolau, por Ar-Dor
Melhor Direção de Arte: Lucas Gehre e Nadine Diel, por Mapas
Melhor Trilha Sonora: João Tomé, por Nem Todos Sabem
Melhor Edição de Som: Bernardo Paixão, por Ar-Dor
Melhor Montagem: Arthur Gonzaga, por A Arte Perdida da Lombada

MOSTRA CALEIDOSCÓPIO

Prêmio Fipresci – Melhor Filme pela Crítica Internacional: Os Fantasmas Gentis, de Caetano Gotardo
Prêmio Jean-Claude Bernardet (Júri Jovem UnB): Mulheres do Bando, de Thamires Vieira

PRÊMIOS ESPECIAIS

Prêmio Especial do Júri: Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann (RJ)
Troféu Saruê: Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann (RJ)
Menção Honrosa – Longa: Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira, por Se Eu Fosse Vivo… Vivia
Menção Honrosa – Curta: Mariposa
Melhor Filme de Temática Afirmativa (Prêmio Codipir): Tiró e a Onça, de Wera Poty
Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor Filme Longa-Metragem: Ana, En Passant, de Fernanda Salgado (MG)
Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor Filme Curta-Metragem: Mariposa, de Alexandre Américo e Pedro Vitor (RN)
Prêmio Marco Antônio Guimarães (Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro): Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha
Prêmio Canal Brasil: Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier

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