A operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira (10/9) que mira a produtora de Dark Horse, filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino.
Trata-se, na prática, de mais um capítulo do embate histórico que passa a Suprema Corte do país.






Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
ReproduçãoJim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
ReproduçãoCenas do teaser de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
Go Up Entertainment/ReproduçãoCenas do teaser de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
Go Up Entertainment/ReproduçãoDark Horse conta a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro
ReproduçãoFlávio Dino foi sorteado relator da investigação sobre as emendas enviadas à ONG da empresária Karina da Gama, sócia da produtora de Dark Horse.
Já o ministro André Mendonça tem sob sua relatoria o inquérito que apura repasses milionários do banqueiro Daniel Vorcaro à produção do filme. O magistrado homologou nessa quarta-feira (9/9) o acordo de delação premiada do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, mais conhecido como “Mineiro”, conforme mostrou o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles.
Mineiro é dono da Entre Investimentos, empresa usado por Vorcaro para fazer os repasses ao Dark Horse.
Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) já demonstravam temor em relação à relatoria de Dino no caso Dark Horse.
Ao determinar ontem a volta de Andrei Rodrigues ao comando da Polícia Federal, Flávio Dino citou em sua decisão a cinebiografia de Bolsonaro. O afastamento do diretor-geral havia sido determinado por André Mendonça. No início da tarde, o presidente do STF Edson Fachin suspendeu as decisões dos dois magistrados na tentativa de por ordem na casa.

