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Em carreata, Arruda promete construir feira definitiva do Itapoã e Paranoá

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Em carreata, Arruda promete construir feira definitiva do Itapoã e Paranoá

O candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) José Roberto Arruda (PSD) afirma que irá fazer a feira definitiva das regiões do Itapoã e Paranoá, caso seja eleito. A declaração foi feita durante carreata pelas duas regiões do Distrito Federal, neste domingo (6/9). O ex-governador ainda aguarda decisão do recurso encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a suspensão do registro de sua candidatura.

Durante as visitas, Arruda voltou a reafirmar que pretende melhorar o trânsito das duas regiões com a implementação do BRT interligando Itapoã e Paranoá ao Plano Piloto (DF), através da construção da quarta ponte.

“Em primeiro lugar, eu vou trazer o BRT para Itapoã e Paranoá. Em segundo lugar, vou fazer a feira definitiva do Itapoã e Paranoá. E vou botar médico nos hospitais, vou botar a polícia na rua, vou recuperar nossa Eucação”, disse o candidato.

O ex-governador também comentou melhorias voltadas a Saúde da capital, principalmente no que se diz ao cuidado da saúde mental.

“Iremos contratar profissionais para os Caps que hoje não tem; recuperar o hospital psiquiátrico e fazer com que toda a unidade de saúde tenha pelo menos três médicos: o ginecologista, o clínico geral e o pediatra. Era assim no meu governo e vai voltar a ser assim”, apontou.

Candidatura suspensa

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) suspendeu o registro de candidatura de Arrua, na quinta-feira (3/9). O relator do caso no TRE-DF, desembargador Guilherme Pupe, apresentou três interpretações possíveis para as mudanças realizadas na Lei da Ficha Limpa em 2025. Em seu entendimento, nenhuma dessas interpretações resultaria na elegibilidade de Arruda.

Na sexta-feira (4/9), Arruda recorreu ao TSE sobre a decisão imposta. A defesa argumentou que as mudanças promovidas na Lei da Ficha Limpa em 2025 deixaram Arruda elegível.

Na ocasião, os advogados Francisco Emerenciano e Yully Carneiro de Alencar afirmaram ser “evidente que as condenações por improbidade devem gerar inelegibilidades”, mas ponderaram que “não podem representar um convite à manipulação de processos por meio de fatiamento das ações judiciais para reduzir a pó a capacidade eleitoral passiva de candidaturas”.

A defesa disse que a Lei Complementar nº 219/2025 estabeleceu teto de 12 anos de inelegibilidade em caso de múltiplas condenações. Os advogados defendem que o prazo seja contado a partir da primeira condenação, de junho de 2014.

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