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"Golpe do falso suporte" dá prejuízo de R$ 9 milhões ao enganar vendedores

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 1 hora)
"Golpe do falso suporte" dá prejuízo de R$ 9 milhões ao enganar vendedores

Uma quadrilha especializada no “golpe do falso suporte” em plataformas de comércio eletrônico foi alvo de uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), nesta quarta-feira (2/9). Conforme a investigação, a quadrilha enganava vendedores que faziam anúncios em plataformas digitais.

A ação cumpriu seis mandados de busca e apreensão na Zona Leste de São Paulo, com apoio da Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP). Os criminosos causaram um prejuízo de aproximadamente R$ 300 mil a uma plataforma de vendas. 

De acordo com a PCDF, o grupo fez mais de 1.700 vítimas no país, sendo 187 no DF e gerou um prejuízo potencial de R$ 9,8 milhões aos vendedores lesados.

Golpe

As investigações apontaram que a quadrilha tinha como alvo, pessoas que anunciavam produtos para venda em plataformas de comércio eletrônico. Depois que o anúncio era publicado, os criminosos utilizavam contas falsas para se passar por possíveis compradores e demonstravam interesse na compra do produto.

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Operação da PCDF cumpre seis mandados de busca e apreensão na Zona Leste de São Paulo
Investigadores da PCDF realizam buscas em endereços ligados ao grupo suspeito de praticar fraudes eletrônicas.
Criminosos enviavam mensagens simulando o atendimento oficial das plataformas de comércio eletrônico
Vítimas eram informadas falsamente de que a compra havia sido concluída e o pagamento, aprovado
Após o falso pagamento, vendedores eram convencidos a entregar os produtos a motoristas de aplicativo, motoboys ou terceiros indicados pelos golpistas
Metrópoles
Veja como funcionava com os criminosos atuavam
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Veja como funcionava com os criminosos atuavam

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Operação da PCDF cumpre seis mandados de busca e apreensão na Zona Leste de São Paulo
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Operação da PCDF cumpre seis mandados de busca e apreensão na Zona Leste de São Paulo

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Investigadores da PCDF realizam buscas em endereços ligados ao grupo suspeito de praticar fraudes eletrônicas.
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Investigadores da PCDF realizam buscas em endereços ligados ao grupo suspeito de praticar fraudes eletrônicas.

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Criminosos enviavam mensagens simulando o atendimento oficial das plataformas de comércio eletrônico
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Criminosos enviavam mensagens simulando o atendimento oficial das plataformas de comércio eletrônico

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Vítimas eram informadas falsamente de que a compra havia sido concluída e o pagamento, aprovado
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Vítimas eram informadas falsamente de que a compra havia sido concluída e o pagamento, aprovado

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Após o falso pagamento, vendedores eram convencidos a entregar os produtos a motoristas de aplicativo, motoboys ou terceiros indicados pelos golpistas
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Após o falso pagamento, vendedores eram convencidos a entregar os produtos a motoristas de aplicativo, motoboys ou terceiros indicados pelos golpistas

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Investigação identificou 1.796 contas fraudulentas ligadas à estrutura criminosa
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Investigação identificou 1.796 contas fraudulentas ligadas à estrutura criminosa

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Contas utilizadas pelo grupo interagiram com 1.097 vendedores, sendo 187 deles localizados no Distrito Federal
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Contas utilizadas pelo grupo interagiram com 1.097 vendedores, sendo 187 deles localizados no Distrito Federal

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PCDF alerta vendedores a confirmar pagamentos diretamente no aplicativo ou site oficial da plataforma antes de entregar produtos
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PCDF alerta vendedores a confirmar pagamentos diretamente no aplicativo ou site oficial da plataforma antes de entregar produtos

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Em seguida, as vítimas começavam a receber uma série de mensagens fraudulentas por e-mail, WhatsApp e outros meios. Os criminosos simulavam o atendimento oficial da plataforma e informavam que a compra havia sido concluída e que o pagamento estava aprovado.

Os vendedores acreditavam que iriam receber o dinheiro da venda e eram convencidos a entregar o produto para um motorista de aplicativo, motoboy ou terceiro, indicado pelos criminosos. Em alguns casos, os golpistas ainda exigiam o pagamento, geralmente via Pix, de supostas taxas, cauções ou valores para desbloqueio/liberação do pagamento.

Depois de entregar os produtos, as vítimas percebiam que haviam caído em um golpe e que a venda nunca foi processada pela plataforma.

Vítimas

Durante a investigação, a PCDF identificou 1.796 contas fraudulentas ligadas ao grupo criminoso. Essas contas teriam interagido com 1.097 vendedores diferentes.

Do total de vendedores identificados, 187 são do DF. As contas criminosas chegaram a interagir com 1.126 anúncios, que somavam aproximadamente R$ 9,8 milhões em produtos. De acordo com a Polícia Civil, esse valor representa um prejuízo potencial identificado na investigação.

Além do prejuízo às vítimas, a quadrilha também causou impacto financeiro para as plataformas de vendas, que tiveram que desembolsar aproximadamente R$ 300 mil para ressarcir usuários lesados.

A PCDF ainda destacou que apura possíveis crimes de lavagem de dinheiro relacionados ao grupo. Os investigadores analisam a movimentação dos valores obtidos com os golpes por diferentes contas bancárias. O objetivo é identificar os beneficiários finais dos recursos e verificar se outras pessoas participaram da estrutura financeira utilizada pelo grupo.

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