O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) afirmou, nesta segunda-feira (31/8), em coletiva de imprensa, que as restrições impostas à campanha dele por decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é uma “decisão monocrática absurda” e “um momento bizarro da democracia brasileira”.
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O candidato ainda afirmou que o episódio é, para ele, uma escalada autoritária no Judiciário brasileiro. “Hoje é um momento histórico para demonstração dessa inflexão autoritária que existe nos tribunais”, afirmou, relembrando que a decisão contra a campanha dele ocorreu exatamente dez anos após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 31 de agosto de 2016.







Renan Santos concede entrevista coletiva em São Paulo
Samuel Pancher/MetrópolesRenan Santos concede entrevista coletiva em São Paulo
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Samuel Pancher/MetrópolesNa fala, Renan disse que não imaginava que, uma década depois, estaria diante da possibilidade de ser retirado de uma disputa presidencial. “Não dá para justificar de maneira racional e razoável, nem do ponto de vista jurídico, nem do ponto de vista político.”
Matéria em atualização.

