Belo Horizonte — A conselheira tutelar de Jacuí, no Sul de Minas, Maryna Colucci de Jesus, de 34 anos, encontrada morta nessa terça-feira (25/8), se descrevia nas redes sociais como trans, pisciana e professora de educação infantil.
Em nota de pesar, a Prefeitura de Jacuí destacou que Maryna dedicou parte de sua trajetória à proteção e à defesa dos direitos de crianças e adolescentes, exercendo uma função de “grande responsabilidade social e humana”.
Maryna estava desaparecida desde 21 de agosto. Antes da localização do corpo, a prefeitura havia divulgado informações para ajudar nas buscas. Segundo a administração municipal, ela saiu de casa, na Rua Antônio Marcondes, no bairro Vila Formosa, por volta das 12h45 da última sexta-feira (21/8).
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O corpo foi encontrado nessa terça-feira (25/8), enterrado em uma área rural do município. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), Maryna foi vítima de feminicídio. Um policial militar é suspeito do crime e teria confessado o assassinato.
A prefeitura também prestou solidariedade à família, aos amigos e aos integrantes do Conselho Tutelar e manifestou indignação diante da violência do crime.

“Sua partida precoce e de forma tão dolorosa deixa uma profunda tristeza em todos aqueles que tiveram a oportunidade de conhecê-la e conviver com ela”, escreveu a administração municipal.
A reportagem entrou em contato com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e aguarda um posicionamento.

