A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (25/8), a Operação Presciência para investigar possíveis irregularidades na aplicação de R$ 1,2 milhão do Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master.
A investigação teve início a partir de informações reunidas em um Relatório de Auditoria Direta – Letras Financeiras, elaborado pela Coordenação-Geral de Auditoria do Departamento dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), do Ministério da Previdência Social.
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O documento apontou possíveis irregularidades no processo que levou o IMPCG a fazer o investimento.
Segundo a PF, há indícios de que servidores envolvidos na decisão sobre o investimento, por meio de ações ou omissões, não teriam seguido os procedimentos técnicos e administrativos necessários. A conduta teria exposto o patrimônio do RPPS de Campo Grande a riscos.
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão. Também foram determinadas medidas para o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados. As ordens foram autorizadas pelo Juízo da 3ª Vara Federal de Campo Grande (MS).
O inquérito apura a prática dos crimes de gestão temerária, corrupção passiva e corrupção ativa.

