O Serviço Secreto dos Estados Unidos investiga um vídeo veiculado na mídia estatal iraniana com supostas informações pessoais e ameaças a Barron Trump, filho mais novo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“O Serviço Secreto dos EUA está ciente do vídeo e investiga qualquer coisa que possa ser percebida como uma ameaça às pessoas que protegemos […] Por questões de segurança operacional, não discutimos assuntos de inteligência de proteção”, disse o porta-voz do Serviço Secreto, Nate Herring, em um comunicado à agência Associated Press.
O vídeo traz a mensagem “onde matar Barron Trump” e foi divulgado por uma emissora e agência iranianas ligadas à Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) – organização paramilitar do estado iraniano.



"Onde matar Barron Trump", diz vídeo divulgado pela mídia iraniana
Reprodução/Redes SociaisVídeo mostra suposta localização de agentes disfarçados que escoltam filho de Trump
Reprodução/Redes SociaisO conteúdo alega que a inteligência do Irã teria conseguido informações pessoais de Barron Trump por meio de uma garota que teria se encontrado com ele no prédio Trump Tower.
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As imagens divulgadas mostram supostamente a universidade de Barron, os veículos de escolta e posicionamento da equipe do Serviço Secreto que o acompanha, afirmando que o caçula de Trump é totalmente monitorado. Ainda afirma monitorar contas usadas por Barron no videogame Xbox e na plataforma Discord.
Ameaças
Trump é alvo de ameaças de morte vindas do Irã desde 2020, quando o Exército americano, sob o mandato do republicano, matou Qasem Soleimani, comandante da IRGC.
Diversas faixas com o escrito “vamos matar Trump” foram vistas no país persa, por exemplo, no funeral do ex-líder supremo islâmico Ali Khamenei, morto em ataque dos EUA e Israel em fevereiro deste ano.
Em julho, Trump trocou secretamente de voo para deixar a Turquia, após ser avisado pelo Serviço Secreto americano devido a uma ameaça de bombardeio do Irã.

