O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou na manhã desta segunda-feira (24/8) que a polarização política no Brasil é uma “loucura” e pode levar o país “para uma crise inimaginável”.
“Parece jogo de revanche, um contra o outro. E essa loucura vai levar o Brasil para uma crise inimaginável. Então, eu peço a vocês, votem direito”, disse Caiado.





Caiado participa de agenda em São Paulo
Enzo Marcus/ MetrópolesRonaldo Caiado falou sobre segurança, educação, saúde, polarização e até sobre a soneca de seu vice, Kassab
Enzo Marcus/ MetrópolesRonaldo Caiado em agenda em São Paulo
Enzo Marcus/ MetrópolesRonaldo Caiado é candidato à Presidência do Brasil pelo PSD
Enzo Marcus/ MetrópolesA declaração foi feita durante o evento de lançamento do Pacto Brasil de Futuro, na zona oeste de São Paulo. A agenda, organizada pela Comunitas, lançou um documento com diretrizes para planejamento governamental que será entregue aos candidatos à presidência.
Apesar de não citar nomes, a crítica de Caiado fez referência à disputa entre o atual presidente Lula (PT) e a família Bolsonaro. O ex-governador de Goiás comparou a situação política do país a um “jogo de revanche”.
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Em entrevista a jornalistas, o candidato destacou que, caso seja eleito, a educação será o “ponto-chave” de seu mandato. A profissionalização do ensino médio e o uso da tecnologia são algumas das ideias de Caiado para melhorar a capacidade produtiva do país. “Não se pode deixar a educação descolada da responsabilidade. A educação é responsabilidade do prefeito, do governador e do presidente da República. Os três têm que ter este pacto”, reforçou.
Caiado concluiu dizendo que investimentos na educação e segurança são necessários para viabilizar a mobilidade social no país. Para ele, atualmente, o Brasil está “ingovernável”.
“O Estado brasileiro se ajoelhou para a corrupção, se ajoelhou para o crime. E como tal, cada vez mais a bandidagem cresce, o crime cresce e ocupa o lugar do Estado. É isso que nós estamos vendo no Brasil. E se nós não resgatarmos a segurança e a educação no Brasil, o país torna-se ingovernável. Como está hoje”, finalizou.

