Uma funcionária da WeGym, academia de Virginia Fonseca, publicou um pronunciamento nas redes sociais para anunciar que pediu demissão da empresa e citou episódios de homofobia e discriminação.
Segundo Ana Carla, a decisão foi tomada após ela se posicionar diante de situações que, segundo seu relato, “ultrapassaram os limites do respeito”. De acordo com a profissional, as atitudes estariam relacionadas à sua orientação sexual.




Virginia Fonseca
Instagram/reproduçãoVirginia Fonseca
Reprodução/Redes sociaisVirginia Fonseca e as filhas, Maria Flor e Maria Alice, posam durante a Copa do Mundo
Instagram/Reprodução“Não foi um episódio isolado. Algumas situações anteriores eu relevei, escolhi não reagir e segui trabalhando. Porém, chegou um momento em que decidi não permanecer em silêncio. Eu não aceito ser tratada com indiferença, desrespeito ou preconceito. E também não consigo simplesmente fechar os olhos quando vejo situações dentro do ambiente de trabalho que considero injustas ou inadequadas”, declarou.
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“Quem trabalha na recepção está na linha de frente. Muitas vezes, somos nós que recebemos as cobranças, lidamos com os problemas e tentamos manter tudo funcionando. Por isso, acredito que liderança precisa vir acompanhada de preparo, responsabilidade, respeito e capacidade de trabalhar em equipe — não de competição, desunião ou tentativa de diminuir quem está ao lado”, completou.
Na publicação, a profissional não detalhou quais situações teriam ocorrido na WeGym nem citou os nomes dos envolvidos. A academia foi fundada em Goiânia no fim de julho por Virginia e Samara Pink.

