Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), estima-se que 40% da população adulta do Brasil tenha colesterol alto, totalizando cerca de 60 milhões de pessoas. A alimentação é uma das formas de prevenir o quadro, e Juliana Andrade, nutricionista do Metrópoles, revela que ajustes na dieta colaboram nesse sentido. As fibras, conforme a expert, são grandes aliadas se a ideia é cuidar da saúde do coração.
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“Priorizar alimentos ricos em fibras é uma das estratégias mais eficazes. Verduras, legumes, frutas, leguminosas e grãos integrais ajudam a reduzir a absorção de colesterol no intestino”, inicia a profissional, formada pela Universidade de Brasília (UnB).
Além delas, vegetais verde-escuros, como couve, espinafre e brócolis, merecem destaque por contribuírem também com compostos antioxidantes que protegem as artérias.
E nada de ter medo das gorduras saudáveis e “do bem”. “As gorduras boas devem substituir as gorduras ruins, e não serem eliminadas. Azeite de oliva, abacate, oleaginosas e sementes auxiliam no aumento do HDL, conhecido como ‘colesterol bom’”, prossegue.
Peixes ricos em ômega 3, como sardinha e salmão, também entram como aliados importantes na redução da inflamação e na proteção cardiovascular.







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Ela elenca quais alimentos, na contramão dos citados acima, fazem mal ao órgão: ultraprocessados, frituras, embutidos, fast food e produtos ricos em gorduras trans e açúcares adicionados favorecem o aumento do LDL, o “colesterol ruim”.
“O excesso de bebidas alcoólicas também pode desregular o metabolismo das gorduras e sobrecarregar o fígado”, diz.

