Nesta sexta-feira (21/8), a agenda de Cappelli incluiu um dia de trabalho como motorista de aplicativo de corrida. O candidato propõe a criação do “Bora DF”, apontada por ele como solução para o que considera ser taxas maléficas para os trabalhadores da categoria.




Cappelli quer criar app do GDFpara competir com apps de corrida.
Taxas dos apps não são fixas, motoristas reclamam.
Ricardo Cappelli cumpre agenda na tarde desta sexta-feira (21)
Em entrevista à imprensa, o candidato afirmou que a sua ideia de governo inclui ser um governador “com um pé no escritório e outro na rua”, conhecendo a realidade dos trabalhadores.
“Um pé no escritório, outro pé na rua, vendo os problemas”.
Principais pontos da proposta de criação do “Bora DF”
- Pontos de apoio ao motorista, com banheiros e micro-ondas;
- Estímulo a uso de carros elétricos, a fim de reduzir o custo com combustível para 20% do valor atual;
- Ter parceria com o setor privado para construir uma alternativa de seguro para os veículos. Já que, segundo o candidato: “As seguradoras tradicionais hoje não estão querendo mais fazer seguro para motorista aplicativo. O estado pode entrar em parceria com a iniciativa privada construir um arranjo para permitir que esse seguro seja feito”.
O postulante ao comando do Palácio do Buriti disse que a intenção é buscar por condições justas para o trabalhador.
“O que a gente quer não é nada contra ninguém, não é nada contra nenhuma plataforma. É apenas justiça. Não é justo que a pessoa que trabalha dirigindo 12, 14 horas por dia pegue 30, 40, 50% do que recebe e tenha que pagar de taxa para uma empresa estrangeira que não deixa riqueza nenhuma no Brasil. Então, veja, é possível fazer e a gente vai fazer. Esse é meu compromisso. Bora DF no máximo 10% de taxa”.
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O candidato afirmou que mantém diálogo com diversas lideranças e influenciadores digitais que são motoristas de aplicativo para entender as principais demandas da categoria.

