A Band está sendo processada pelo goleiro Bruno Fernandes por conta de uma série de reportagens exibidas desde 2022 no programa Melhor da Tarde. O ex-jogador do Flamengo está pedindo uma indenização de R$ 4 milhões e alega perseguição.
De acordo com a Folha de S. Paulo, o ex-atleta solicitou nos autos o pagamento de danos morais por violação do direito de imagem. O processo tramita na 1ª Vara Cível da Comarca de Cabo Frio, no TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro).
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Outra ré
Nos autos, a apresentadora Catia Fonseca, que saiu da emissora no ano passado, também foi citada como ré. Os documentos justificam que ela fez críticas ao autor, entre elas uma declaração sobre o pagamento de pensão ao filho, Bruninho, fruto de uma relação rápida com Eliza Samudio, que foi assassinada em 2010.
“Eu fico indignada com a cara de pau dessa criatura. Matou do jeito que matou a Eliza, não quer nem saber da criança —que, nesse ponto, a gente dá até graças a Deus, porque, coitado do menino, não merece ter uma relação com uma criatura ruim dessa. Mas na hora que vão prender, quer fazer acordo”, disparou ela na ocasião.







Bruno Fernandes, o goleiro Bruno, foi preso na manhã desta sexta-feira (8/5), no Rio de Janeiro, após dois meses foragido
Renata Caldeira/TJMGO ex-Flamengo foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo homicídio de Eliza Samudio, modelo e mãe do filho do ex-atleta Rubro-Negro.
Reprodução/Redes sociaisA última passagem de Bruno foi no Vasco-AC
Sueli Rodrigues / @suelifotografaesportivaacGoleiro Bruno
Sueli Rodrigues / @suelifotografaesportivaacGoleiro Bruno
Reprodução/Redes sociaisGoleiro Bruno atuando pelo Rive Atlético, clube amador
Reprodução/Instagram/riveatleticoclubeGoleiro Bruno atuando pelo Rive Atlético, clube amador
Reprodução/Instagram/riveatleticoclubeGoleiro Bruno atuando pelo Rive Atlético, clube amador
Reprodução/Instagram/riveatleticoclubeGoleiro Bruno foi a jogo do Flamengo
Reprodução/InstagramO atleta deve voltar para a prisão, no regime semiaberto.
Reprodução/InstagramDe acordo com os representantes legais de Bruno Fernandes, as falas causaram problemas ao goleiro, que teve dificuldade em conseguir trabalhos.
Pediu suspensão das matérias
No processo, os advogados do ex-goleiro do Flamengo tentaram impedir a exibição de novas matérias sobre o assunto e pediram que o Melhor da Tarde não falasse mais seu nome, mas a juíza Juliana Gonçalves Figueira rejeitou a solicitação.
“A liberdade de expressão deve ser a regra, somente podendo ser cerceada ante evidente conteúdo de natureza falsa e criminosa. Em que pese o tom pejorativo da matéria televisiva, não se verifica que haja risco aos autores a manutenção da publicação”, escreveu, antes de completar:
“Note-se que o autor é pessoa pública e respondeu a processo criminal que teve ampla repercussão midiática, de forma que, eventualmente, as circunstâncias e condições do caso retornam à cena, na qual se desenvolvem notícias e especulações, o que não por si só não é ilegal”, declarou.

