O presidente Lula deverá fazer apenas uma viagem internacional durante a campanha eleitoral. O destino será Nova York, onde o petista discursará na abertura da Assembleia-Geral da ONU, em setembro.




Lula durante evento na ONU
Alexi J. Rosenfeld/Getty ImagesLula falou da incapacidade dos países da ONU em resolver o conflito entre Ucrânia e Rússia
Ricardo Stuckert/PRTradicionalmente, o Brasil é o primeiro país a discursar no evento. Em 2025, o Lula denunciou as tentativas de interferência estrangeira no Brasil e afirmou que a soberania nacional e a democracia são inegociáveis.
Leia também
Assim como em 2025, Lula poderá se encontrar com o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nos corredores da Assembleia-Geral da ONU também durante a edição de 2026.
Se confirmado, será o primeiro encontro entre Lula e Trump desde a escalada da crise diplomática entre os dois países e das sinalizações de interferência do governo americano nas eleições brasileiras.
Brics na Índia
Segundo assessores do Palácio do Planalto, Lula não deverá comparecer à cúpula dos Brics — grupo formado por 11 países emergentes — que será realizada nos dias 12 e 13 de setembro em Nova Déli, na Índia.
A ausência do presidente brasileiro, de acordo com auxiliares, se deve aos compromissos da campanha eleitoral, que devem ocupar boa parte da agenda do petista em setembro e outubro.
Lula deve ser representado no BRICs pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, segundo apurou a coluna, avalia acompanhar o chanceler brasileiro.

