O filme Elize: Sombras de Uma Mulher, da Netflix, lançado em 22 de julho, tornou-se a produção em língua não inglesa mais assistida da plataforma atualmente. De início, o longa foi classificado para maiores de 16 anos, mas passou por uma reclassificação pelo Ministério da Justiça.
Na última quarta-feira (5/8), a obra foi classificada como imprópria para menores de 18 anos por apresentar conteúdo sexual, linguagem imprópria e violência extrema. Caso fosse exibido na televisão aberta, o longa deveria ir ao ar após as 23h.







Comparato espera que o novo filme possa ser uma oportunidade de refletir sobre desarmamento, sobre relações tóxicas e complexas e sobre como a sociedade pode melhorar a partir dessas reflexões
Divulgação/ NetflixPara ela, como atriz, viver a personagem foi muito interessante por causa das camadas, da profundidade e da complexidade da história
Divulgação/ NetflixAo Metrópoles, Lorena revelou que, quando foi convidada a fazer o teste para o papel, ficou muito interessada no mergulho artístico que ele poderia fornecer
Divulgação/ NetflixPara a atriz, o sentimento de interpretar a criminosa foi um misto de alegria, por causa do passo importante na carreira, e uma responsabilidade muito grande
Divulgação/ NetflixPrestes a viver a primeira protagonista da carreira, Lorena Comparato estreia como Elize Matsunaga no filme Elize: Sombras de Uma Mulher, que vai ao ar nesta quarta-feira (22/7)
Divulgação/ NetflixLorena Comparato sobre ode a Elize Matsunaga: "Complexo ser fã de assassina"
Divulgação/ NetflixLorena Comparato como Elize Matsunaga
Divulgação/NetflixNa análise feita pela pasta, foram apontados 13 itens relacionados à representação de violência, em maior ou menor grau. A dramatização de exposição de cadáver, da presença de sangue, da morte intencional e da mutilação foram alguns dos fatores que determinaram o aumento da faixa etária.
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Protagonizado por Lorena Comparato, o filme acompanha a trajetória de Elize Matsunaga, condenada em 2016 pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, em 2012.

