O segundo núcleo da exposição Utopias em construção: Brasília nas dobras do tempo, intitulado Segmentos Radiais, reúne diferentes recortes da história da capital federal, abordando desde o período das obras até a consolidação da identidade brasiliense.
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Com curadoria de Marcus Lontra, Marília Panitz e Rafael Peixoto, a mostra fica em cartaz de agosto a outubro, no Museu Nacional da República.
Detalhes da exposição
- A mostra, realizada pelo Metrópoles em parceria com o Arquivo Público do Distrito Federal, reúne documentos históricos, fotos, projetos, obras de arte e experiências imersivas.
- O acervo ganha novas interpretações ao colocar documentos históricos em diálogo com obras contemporâneas.
- A iniciativa busca transformar visitantes em participantes da memória e da preservação do patrimônio da capital.

Segmentos Radiais: saiba mais sobre o núcleo expositivo
Para contar a história de Brasília sob diferentes perspectivas, a exposição Utopias em construção: Brasília nas dobras do tempo foi organizada em três núcleos curatoriais: Área Monumental (leia a matéria completa clicando aqui), Segmentos Radiais e Núcleo Documental.
Organizado em oito eixos temáticos, o Segmentos Radiais combina documentos históricos, fotografias, desenhos, projetos e obras de arte para apresentar as transformações da cidade ao longo de seus 65 anos.
O percurso começa com Brasília em Obras, dedicado aos registros da construção da capital e do processo que transformou o projeto urbanístico em realidade. Em seguida, Os Candangos homenageia os trabalhadores que participaram da construção de Brasília.

O núcleo também destaca Lúcio Costa – As quatro escalas, que apresenta os princípios urbanísticos do Plano Piloto, e A Cidade Nova, voltado às primeiras edificações e à consolidação dos principais espaços públicos da capital.
Outro eixo é Oscar Niemeyer – O barroco e o concreto, que aborda a produção arquitetônica do principal responsável pelos edifícios monumentais de Brasília, enquanto Athos Bulcão – O habitante do silêncio explora a contribuição do artista para a identidade visual da cidade por meio de painéis, estudos e obras.

Já A Cidade que se Reconhece propõe uma reflexão sobre a construção da identidade brasiliense ao longo das décadas, reunindo diferentes interpretações sobre a capital e seus moradores. Encerrando o percurso, Do sonho à nova capital revisita as origens do projeto de interiorização do país.
Ao reunir esses diferentes temas, os Segmentos Radiais ampliam o olhar sobre Brasília, mostrando que a história da cidade vai além da arquitetura e dos monumentos, incorporando também as pessoas, os projetos, as memórias e os acontecimentos que marcaram sua formação.

