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Ministro diz que nomes de Lulinha e Celso Daniel ressurgem na eleição

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Ministro diz que nomes de Lulinha e Celso Daniel ressurgem na eleição

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou nesta quarta-feira (5/8) que personagens como o filho do presidente Lula, o empresário Fabio Luiz Lula da Silva, o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o ex-prefeito Celso Daniel sempre voltam à tona em períodos que antecedem as eleições.

À coluna, o ministro disse “achar engraçado” que “poderes se movimentam em alguns calendários”. O chefe da pasta do Trabalho afirmou ainda que Lulinha, alvo de inquérito no STF, Jaques , investigado PF no Caso Master, e o ex-chefe de gabinete da Presidência Marco Aurélio Santana têm o direito de se defender.

“Agora, é engraçado que, a cada processo eleitoral, aparece o Lulinha. Passa o processo eleitoral, desaparece. Quando o processo eleitoral volta, alguns personagens reaparecem. O senador Jaques Wagner, em 2018, sofreu uma devassa na sua vida. O Lulinha sofreu uma devassa. Botaram de ponta-cabeça para ver e tal. O presidente Lula sofreu uma devassa na sua vida, na vida dos seus netos e da sua família inteira. Não acharam um centavo irregular em nenhum lugar do mundo. Mas a devassa continua. É um processo implacável de perseguição, especialmente no momento eleitoral”, declarou o ministro.

“É engraçado como alguns poderes se movimentam em alguns calendários. Nos calendários eleitorais sempre aparece alguma coisa, mas sempre em período eleitoral? Depois esquecem, inclusive. Lá em São Paulo tem alguns personagens que é sempre a mesma coisa. Sempre, em período eleitoral, voltam a falar do assunto, né? O saudoso Celso Daniel, não sei como ainda não voltaram a falar dele de novo. Toda eleição voltam a falar de Celso Daniel. Não deixam o homem descansar em paz. Isso é que está esquisito demais”, completou o auxiliar do presidente Lula

Ao ser questionado sobre Marcola, Marinho afirmou que, se estivesse na mesma situação, também se afastaria da campanha. O ex-chefe de gabinete anunciou hoje que não fará parte da equipe do petista.

Segundo o ministro, é preciso avaliar se a relação pessoal do ex-chefe de gabinete com a lobista Roberta extrapolou a esfera privada e teve impacto na atuação institucional.

“Agora, se tem uma relação pessoal, precisa ver se essa relação pessoal contamina a relação institucional ou não. Me parece que não contamina. Então, não tem por que ser trazido à baila. Se eu fiz uma transação com você, do ponto de vista pessoal, honrei meu compromisso com você, o que isso tem a ver com a institucionalidade? Parece, pelo menos do que eu vi até agora, do ponto de vista do Marcola, que é disso que se trata. Então, enfim, vamos aguardar para ver o que os órgãos”, disse.

Veja a resposta íntegra

Todo mundo tem direito à defesa. Bolsonaro tem direito à defesa. Todo mundo tem direito à defesa. O que não pode é alguém ser condenado sem se defender legitimamente ou as armas serem desiguais. O presidente foi condenado absolutamente inocente. Depois comprovou-se a inocência. O processo implacável de perseguição levou à sua prisão e condenação. Isso não pode acontecer.

Agora, é engraçado que, a cada processo eleitoral, aparece o Lulinha. Passa o processo eleitoral, desaparece. Quando o processo eleitoral volta, alguns personagens reaparecem. O senador Jaques Wagner, em 2018, sofreu uma devassa na sua vida. O Lulinha sofreu uma devassa. Botaram de ponta-cabeça para ver e tal. O presidente Lula sofreu uma devassa na sua vida, na vida dos seus netos e da sua família inteira. Não acharam um centavo irregular em nenhum lugar do mundo. Mas a devassa continua. É um processo implacável de perseguição, especialmente no momento eleitoral.

É engraçado como alguns poderes se movimentam em alguns calendários. Nos calendários eleitorais sempre aparece alguma coisa, mas sempre em período eleitoral? Depois esquecem, inclusive. Lá em São Paulo tem alguns personagens que é sempre a mesma coisa. Sempre, em período eleitoral, voltam a falar do assunto, né? O saudoso Celso Daniel, não sei como ainda não voltaram a falar dele de novo. Toda eleição voltam a falar de Celso Daniel. Não deixam o homem descansar em paz. Isso é que está esquisito demais.

Agora, se tem uma relação pessoal, precisa ver se essa relação pessoal contamina a relação institucional ou não. Me parece que não contamina. Então, não tem por que ser trazido à baila. Se eu fiz uma transação com você, do ponto de vista pessoal, honrei meu compromisso com você, o que isso tem a ver com a institucionalidade? Parece, pelo menos do que eu vi até agora, do ponto de vista do Marcola, que é disso que se trata. Então, enfim, vamos aguardar para ver o que os órgãos…

Coluna: Ele acabou de pedir para deixar a campanha:

Eu também o faria. Eu também faria, porque, se um problema de relacionamento pessoal e interpessoal está sendo usado para prejudicar a campanha do presidente, acho que ele tem mais é que, de fato, dizer: “Não me utilizem para isso.”