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PF tentou diluir poder de Mendonça sobre Lulinha, mas não teve sorte

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 3 horas)
PF tentou diluir poder de Mendonça sobre Lulinha, mas não teve sorte

A estratégia da Polícia Federal (PF) de desmembrar a investigação contra o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na chamada “Farra do INSS” em novos pedidos de inquéritos visa diminuir o poder do ministro do STF André Mendonça, relator do caso.

Ao receber os pedidos da PF, a Presidência do STF decidiu que eles deveriam ser distribuídos por sorteio — caminho que a Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou. A decisão causou estranheza no gabinete de Mendonça, que defendia o envio para o ministro por prevenção.

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O ministro André Mendonça
O empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha
Metrópoles
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebeu repasses de R$ 2,3 milhões de empresa na mira da CPMI do INSS
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Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebeu repasses de R$ 2,3 milhões de empresa na mira da CPMI do INSS

Danilo M. Yoshioka/ Especial Metrópoles
O ministro André Mendonça
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O ministro André Mendonça

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
O empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha
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O empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha

Danilo M. Yoshioka/ Especial Metrópoles

O movimento aconteceu no contexto da guerra velada travada pela cúpula da PF com Mendonça nas investigações sobre o filho do presidente Lula e sobre o Caso Master. A disputa é marcada por troca de acusações de influência política nas apurações.

A tentativa de pulverizar os casos, contudo, não produziu o efeito esperado. Dos três inquéritos abertos até agora contra Lulinha, dois acabaram caindo, por sorteio, nas mãos do próprio Mendonça. E o ministro já autorizou a abertura das duas investigações.

Apenas um dos procedimentos foi distribuído ao ministro Flávio Dino, indicado ao Supremo pelo presidente Lula, pai de Lulinha. Assim como Mendonça, Dino autorizou a abertura do inquérito em despacho assinado na terça-feira (4/8), segundo assessores.

Para a defesa de Lulinha, o ideal seria o encerramento definitivo das apurações contra o empresário no caso INSS. A leitura é de que abertura de novos inquéritos, ainda que distribuídos entre diferentes ministros, prolonga o desgaste político e jurídico.

Na PF, por sua vez, a avaliação predominante é de que um eventual arquivamento neste momento poderia gerar questionamentos de possível favorecimento ao filho do presidente da República durante a campanha eleitoral.

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