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Morte de mulher em SP: risco de complicação em colonoscopia é raro

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Morte de mulher em SP: risco de complicação em colonoscopia é raro

Em colonoscopia realizada na última terça-feira (28/7), Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, teve o intestino perfurado. A mulher ainda passou por cirurgia de emergência, mas não resistiu e sua morte foi confirmada no dia seguinte, em 29/7. O caso ocorreu no Hospital Municipal Ermelino Matarazzo, em São Paulo.

Exames posteriores apontaram que a agente de apoio escolar teve uma laceração da parede mucosa do intestino. Já na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a mulher apresentava muitas dores, queda grave de pressão arterial e sangramento. Mariana foi velada e sepultada nessa sexta-feira (31/7).

A ocorrência do caso reacendeu o debate sobre a segurança da colonoscopia. Segundo especialista, a realização do procedimento apresenta baixo risco. No entanto, deve ser feito por profissionais experientes, especialmente em casos que exigem cuidados especiais. 

“[A colonoscopia] é um exame de baixo risco, que ajuda tanto a diagnosticar precocemente quanto a prevenir a doença. Quando bem indicado, o benefício é muito maior do que os riscos. Com o avanço da técnica e a melhoria dos equipamentos, o risco de complicações é raro”, afirma o gastroenterologista Rafael Ximenes, do Hospital Israelita Albert Einstein, em Goiânia, em entrevista à Agência Einstein.

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Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu após passar por uma colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Ela sofreu uma laceração do intestino
Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu após passar por uma colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Ela sofreu uma laceração do intestino
Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu após passar por uma colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Ela sofreu uma laceração do intestino
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Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu após passar por uma colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Ela sofreu uma laceração do intestino
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Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu após passar por uma colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Ela sofreu uma laceração do intestino

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Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu após passar por uma colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Ela sofreu uma laceração do intestino

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Como a colonoscopia é feita e quando ela é indicada

Para a realização do exame, um tubo fino com uma câmera na ponta é alocado no paciente pelo ânus. Por meio do dispositivo, o profissional consegue observar o intestino grosso em sua totalidade, além de uma parte do intestino delgado e do reto. Na colonoscopia, o paciente permanece sedado e não sente dores.

Além de ser relativamente rápido e indolor, a colonoscopia é essencial para detectar e retirar lesões no intestino, especialmente em casos de câncer colorretal. Se detectada com antecedência, a condição cancerígena tem boas chances de cura.

A depender dos fatores de risco, o exame deve ser repetido a cada cinco ou dez anos. A colonoscopia é recomendada especialmente a homens e mulheres a partir dos 45 anos, indivíduos com histórico de doenças intestinais na família – caso seja uma condição mais grave, o rastreio deve começar a partir dos 40 anos.