A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que a irmã de Michelle Bolsonaro possa acessar a residência da família para cuidar da filha do casal enquanto a ex-primeira-dama realiza exames médicos. Por causa da prisão domiciliar do ex-chefe do Planalto, as visitas devem ser autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes.
Na petição, os advogados alegam que Michelle “será submetida a exames médicos em ambiente hospitalar, em razão de recorrentes crises de enxaqueca, não se descartando eventual necessidade de internação”.
A filha caçula de Bolsonaro tem 15 anos. Segundo a defesa, a presença de Geovanna Kathleen pode ser necessária para ajudar nos cuidados com a adolescente e com o próprio ex-presidente.
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Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado para se manter no poder. Ele está em casa por razões humanitárias devido ao seu quadro de saúde.
Medidas restritivas
- Uso obrigatório de tornozeleira eletrônica.
- Proibição total de uso de redes sociais e aparelhos celulares, inclusive, por meio de terceiros.
- Controle rigoroso de visitas e restrição de manifestações próximas à residência.
- Exceção apenas de advogados, equipe médica e fisioterapêutica.
- Senador Flávio Bolsonaro cumpre proibição própria de visitas por 90 dias, e visitas com fins político-eleitorais estão vetadas até o término das Eleições de 2026.





Michelle Bolsonaro precisará se ausentar para realizar exames médicos
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.fotoEx-primeira-dama ainda não decidiu se irá se candidatar ao Senado
DANILO M. YOSHIOKA/ESPECIAL METRÓPOLES @danilomartinsyoshiokaA ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro
ReproduçãoJair Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFotoCandidatura ao Senado
Michelle Bolsonaro afirmou a jornalistas que conversa com Bolsonaro sobre uma eventual candidatura ao Senado, mas que a decisão deve ser anunciada na convenção partidária deste domingo (2/8). Segundo ela, há expectativa do grupo político ligado ao PL.
Enquanto a definição não é anunciada, a ex-primeira-dama disse que seguirá apoiando candidatos do partido de forma limitada. Ela citou apoio à deputada federal Bia Kicis e a outros candidatos do PL, principalmente por meio do envio de vídeos para convenções.
Questionada se permanecerá na campanha caso não seja candidata, respondeu que continuará colaborando dentro das limitações impostas pela situação de saúde do marido. “Da forma limitada, né? Eu não tenho como sair de casa”, afirmou.

