O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) cobraram de Flávio Bolsonaro (PL) um compromisso de que, caso eleito, o senador libere cerca de R$ 12 bilhões em recursos que estariam parados na Casa Civil do governo federal.
Os valores se referem a empréstimos tomados pelas gestões municipal e estadual junto a órgãos de fomento internacionais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (Grupo BID) e Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD). Pela lei, para que a tramitação do repasse seja concluída, é necessário uma assinatura do governo federal.







Convenção do PL referendou Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência
ReproduçãoGovernador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) na convenção de Flávio Bolsonaro (PL)
ReproduçãoFlávio Bolsonaro (centro) ao lado do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (esquerda), e do governador Tarcísio de Freitas (direita)
Divulgação/Assessoria Flávio BolsonaroVídeo de Bolsonaro feito por IA foi exibido na convenção que lançou a candidatura de Flávio Bolsonaro
Beto Barata/PL.Flávio e Fernanda Bolsonaro
Reprodução/PLFlávio Bolsonaro acompanha a convenção do PL que oficializou sua candidatura à Presidência da República
ReproduçãoConvenção que oficializou Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência da República
ReproduçãoFlávio Bolsonaro e Michelle
ReproduçãoFlávio Bolsonaro
Reprodução/ Redes sociaisSenador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) dispensou a segurança oferecida pela Polícia Federal
Reprodução/Youtube Flávio BolsonaroO assunto foi tratado durante café da manhã organizado por Ricardo Nunes e que reuniu Flávio, Tarcísio e os candidatos ao Senado Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). Diversos vereadores da base de Nunes e alguns secretários da prefeitura também participaram.
Segundo relatos, Nunes foi quem levantou o tema na conversa. Ele afirmou que cerca de R$ 4 bilhões tomados em empréstimos pela prefeitura estariam há meses “parados” na Casa Civil de Lula. Tarcísio completou dizendo que o governo estadual sofre do mesmo problema, sendo pouco mais de R$ 8 bilhões travados.
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A leitura do grupo é que há uma perseguição do governo Lula a São Paulo por questões políticas. Nunes e Tarcísio são vocais opositores do petista. Durante o encontro, Flávio afirmou que o presidente “se vinga” da cidade e do estado de São Paulo.
“É um presidente que se vinga de São Paulo por causa do prefeito. É um presidente que se vinga do estado de São Paulo por causa do governador”, disse Flávio.

