A defesa de Luís Cláudio Lula da Silva, o “Lulinha”, estuda pedir que a nova investigação contra ele por supostos crimes de corrupção e tráfico de influência deixe o STF e seja remetida à primeira instância da Justiça brasileira.
O inquérito foi aberto pela Polícia Federal (PF) após autorização do ministro André Mendonça, sorteado relator do caso no Supremo. A apuração, segundo fontes da PF, não envolveria autoridades com foro privilegiado, o que justificaria a remessa para a primeira instância.




Ministro do STF André Mendonça,
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFotoFábio Luís Lula da Silva, o Lulinha
ReproduçãoFábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebeu repasses de R$ 2,3 milhões de empresa na mira da CPMI do INSS
Danilo M. Yoshioka/ Especial MetrópolesProcurada pela coluna, a defesa do filho do presidente Lula afirmou que “todas as opções estão na mesa”, mas não confirmou qualquer decisão. Os advogados também ressaltaram confiar na atuação de André Mendonça.
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“Seguimos depositando nele a crença de que esse tema será conduzido com a serenidade necessária, sem qualquer tipo de instrumentalização política ou eleitoral”, disse o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que atua no caso.
O novo inquérito apura se Lulinha cometeu os supostos crimes de corrupção e tráfico de influência no Ministério da Saúde para tentar destravar negócios relacionados à cannabis medicinal. A investigação tramita em sigilo.

