O Progressistas (PP) decidiu permanecer neutro nas eleições presidenciais e reiterou que não irá convocar uma convenção nacional. A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira (31/7) pelo diretório nacional minutos após o senador Flávio Bolsonaro (PL) avisar que Tereza Cristina, líder do PP no Senado, havia aceitado ser vice na chapa para a campanha presidencial.
“O PP fez consulta aos seus diretórios estaduais e, por maioria, decidiu permanecer na neutralidade no processo eleitoral, reiterando a posição de não convocar Convenção Nacional. A decisão já foi comunicada e acatada pela senadora Tereza Cristina, nossa líder no Senado Federal”, diz a nota da direção nacional do partido.







Tereza Cristina e Flávio Bolsonaro
Arte/MetrópolesTereza Cristina e Bolsonaro
Gustavo Moreno/ Especial MetrópolesA senadora Tereza Cristina
Carlos Moura/SenadoPresidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) e a senadora Tereza Cristina (PP-MS)
Andressa Anholete/Agência SenadoA primeira-dama Michelle Bolsonaro, o presidente Jair Bolsonaro e a ex-ministra Tereza Cristina em cerimônia no Palácio do Planalto
Hugo Barreto/MetrópolesA senadora Tereza Cristina é ex-ministra da Agricultura
Pedro França/Agência SenadoVídeo de Bolsonaro feito por IA foi exibido na convenção que lançou a candidatura de Flávio Bolsonaro
Beto Barata/PL.A escolha de Flávio para vice permanece incerta. O senador afirmou que a composição da chapa dependia de Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, e a conclusão de negociações que seguiam pendentes.
Na quarta-feira (29/7), seis de oito integrantes do alto escalão da legenda votaram pela imparcialidade. Nos bastidores, integrantes do PP rechaçaram a escolha de Tereza para a chapa de Flávio.
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O principal motivo para a neutralidade, porém, são os acenos ao governo Lula. A avaliação é de que o presidente não atrapalharia a tentativa de reeleição, no Piauí, de Ciro Nogueira, nem criaria dificuldades para o partido em outros estados considerados estratégicos.

