Últimas

Os “candidatos” de Zema para comandar o Ministério da Fazenda

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Os “candidatos” de Zema para comandar o Ministério da Fazenda

Candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo) já tem dois nomes cotados para comandar o Ministério da Fazenda em um eventual governo: Carlos Alexandre da Costa e Luiz Fernando Figueiredo.

Carlos Alexandre da Costa foi secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia durante a gestão de Paulo Guedes. Já Luiz Fernando Figueiredo foi diretor de Política Monetária do Banco Central no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC).

Os “candidatos” de Zema para comandar o Ministério da Fazenda - destaque galeria
3 imagens
Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor de Política Monetária do Banco Central no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC).
Romeu Zema, candidato à Presidência da República
Metrópoles
Carlos Alexandre da Costa, ex-secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia
1 de 3

Carlos Alexandre da Costa, ex-secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia

Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor de Política Monetária do Banco Central no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC).
2 de 3

Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor de Política Monetária do Banco Central no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC).

Romeu Zema, candidato à Presidência da República
3 de 3

Romeu Zema, candidato à Presidência da República

Luiz Nova / Metrópoles

Carlos Alexandre da Costa é economista de orientação liberal, mantém interlocução técnica com quadros do Partido Novo e e integra o conselho de administração da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), privatizada pelo governo mineiro em junho de 2026.

Luiz Fernando Figueiredo, sócio da gestora de fundos Mauá Capital, atua como uma das principais pontes de Zema com a Faria Lima.

Em junho de 2026, o economista e sua esposa, Andrea, receberam um petit comité na residência do casal, em São Paulo, que reuniu 45 investidores e empresários para discutir o cenário econômico e o projeto liberal do então pré-candidato à Presidência.