A brasiliense Gabriele da Silva Monteiro, de 33 anos (foto em destaque), está desaparecida desde a última quinta-feira (23/7), em Lyon, na França. Engenheira formada pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com especialização na França, ela saiu de casa sem levar documentos ou outros pertences pessoais. O apartamento foi encontrado com a porta fechada, mas destrancada.
De acordo com a família, a última pessoa a ver Gabriele foi uma vizinha, por volta das 12h30, no elevador do prédio, quando retornava após buscar as filhas na escola. O marido chegou em casa mais cedo, por volta das 17h, e encontrou o apartamento vazio, no bairro de Debourg, em Lyon.
Os familiares acreditam que, no momento do desaparecimento, Gabriele vestia uma bermuda de ginástica com estampa geométrica nas cores azul, vermelho, verde e rosa, além de um tênis branco com detalhes de oncinha na lateral.
O desaparecimento foi divulgado nas redes sociais por uma amiga de Gabriele. Segundo Lívia Possi, as duas tinham uma viagem marcada para participar de um casamento no dia seguinte ao sumiço.
A Polícia Francesa instaurou um inquérito para investigar o caso e as buscas continuavam neste sábado (25/7).
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Marselha, que acompanha o caso e presta assistência consular aos familiares da brasileira.
Imagens:







A Polícia Francesa investiga o caso
Reprodução / Redes sociaisCartaz do desaparecimento da brasiliense
Reprodução / Redes sociaisGabriele Monteiro
Reprodução / Redes sociaisGabriele Monteiro saiu e deixou a porta destrancada
Reprodução / Redes sociaisFotos nas redes sociais
Reprodução / Redes sociaisVizinha viu brasiliense antes de desaparecer
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Desaparecimento
Segundo Lívia Possi, foi o marido de Gabriele que registrou o boletim de ocorrência após chegar em casa e não encontrá-la. A amiga contou ainda que a engenheira havia mudado de emprego recentemente e estava um pouco ansiosa com a nova fase profissional. Apesar disso, familiares e amigos não perceberam qualquer comportamento fora do comum, e ela aparentava estar bem.
Ainda conforme Lívia, a porta do apartamento onde Gabriele morava com o marido estava fechada, mas destrancada. Os documentos e demais pertences pessoais permaneceram no imóvel. De acordo com o relato, apenas um par de chinelos e as chaves da brasileira não foram encontrados.

