Belo Horizonte – O presidente do PDT mineiro, o deputado federal Mário Heringer, deu “graças a Deus” pela saída do deputado estadual Carlos Henrique (agora no Republicanos) da legenda e pelo fato de o partido ter deixado a base do governo de Mateus Simões (PSD) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
“Temos a grata satisfação de saber que nós não somos mais base na Assembleia. Primeiro, porque o Carlos Pimenta saiu do partido, graças a Deus; segundo, porque o Thiago Cota, que é meu amigo pessoal, não vai disputar eleição mais”, afirmou Heringer durante a convenção estadual do partido.
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O pedetista participou da oficialização da candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil ao governo de Minas Gerais, cargo também disputado por Mateus Simões, que tentará a reeleição. A cerimônia também contou com a presença do presidente nacional da sigla, Carlos Lupi.
Apesar do desejo de alguns políticos, que gostariam de repetir a dobradinha entre o ex-prefeito e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), formada na eleição de 2022, quando ambos foram derrotados ainda no primeiro turno em Minas Gerais, o presidente do PDT mineiro manteve a defesa de uma candidatura independente, mesmo com o partido apoiando a reeleição do petista à Presidência da República.
“O Lula será o candidato do PDT à Presidência da República, mas, aqui em Minas Gerais, estabelecemos que faremos uma campanha para o governo do estado que não seja ofuscada pela campanha do presidente nem pela polarização. Se aceitarmos entrar nessa polarização, estaremos afastando metade dos mineiros, que não estão nem de um lado nem do outro”, afirmou.

