Primeiro partido a oficializar apoio à campanha de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo, o PDT ameaça lançar um nome próprio para disputar o Senado. Após a convenção estadual do partido nessa sexta-feira (24/7), o presidente da legenda, Carlos Lupi, não escondeu de ninguém que está descontente com as negociações para suplência no Senado.
Assim como as pré-candidatas da chapa de Haddad, Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), Lupi foi ministro do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O pedetista deixou o Ministério da Previdência em meio à crise instaurada pelos descontos indevidos de aposentados do INSS, revelados pelo Metrópoles.
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Em São Paulo, o PDT indicou os nomes do sindicalista Antônio Neto e do ex-prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri, para suplentes nas vagas das ex-ministras de Lula ao Senado.
A suplência neste ano é especialmente atrativa devido à possibilidade de Marina Silva e Simone Tebet assumirem ministérios, caso Lula seja reeleito.
Marina e Simone têm liderado as pesquisas de intenção de voto. À direita, os nomes de Ricardo Salles (Novo), Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) disputam o Senado.

