O pré-candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou, durante a convenção estadual do PDT realizada nesta sexta-feira (24/7), na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) “não quer ganhar e vai perder” a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes em 2026. A fala ocorreu durante o evento que oficializou o apoio do PDT à chapa formada por Haddad e pelo ex-ministro Márcio França (PSB), candidato a vice-governador.
Ao discursar no evento, Haddad afirmou que Tarcísio já teria demonstrado, em outro momento, a intenção de deixar o governo para disputar outro cargo. Segundo o petista, isso faria com que o atual governador enfrentasse a campanha sem vontade de permanecer no comando do estado.
“Como passava pela cabeça dele, deve ser uma tristeza para ele essa disputa eleitoral. Por duas razões: ele não quer ganhar e ele vai perder. Por bem dele, que vai sair daqui no prazo que ele queria, e por nosso bem, para que São Paulo passe a viver com dignidade e respeito”, declarou Haddad.
A convenção do PDT reuniu lideranças da aliança formada por PT, PSB, Rede, PSol, PV e PCdoB. Além de oficializar o apoio à candidatura de Haddad ao Palácio dos Bandeirantes e de Márcio França como vice, o partido confirmou apoio às candidaturas de Marina Silva e Simone Tebet ao Senado Federal e aprovou a chapa de candidatos a deputado estadual e federal para as eleições de 2026.
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Convenção em São Paulo
A convenção estadual do PDT foi realizada nesta sexta-feira (24/7), no Auditório Franco Montoro, da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O encontro reuniu lideranças do partido e de outras siglas que integram a aliança para as eleições estaduais de 2026.
Durante o evento, o PDT oficializou apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo e à pré-candidatura de Márcio França (PSB) para vice-governador. Também foram confirmados os nomes do partido que disputarão vagas na Câmara dos Deputados e na Alesp.
A convenção contou com a presença do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, além dos ministros Marina Silva (Rede), Simone Tebet (MDB) e de dirigentes e parlamentares dos partidos que compõem a frente de apoio à chapa.

