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Novo primeiro-ministro do Reino Unido reduz imposto sobre conta de luz

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Novo primeiro-ministro do Reino Unido reduz imposto sobre conta de luz

O novo primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, anunciou sua primeira medida concreta nesta terça-feira (21/7): o corte do imposto sobre valor agregado (IVA) das contas de energia elétrica. 

O gabinete do premiê informou que a economia será de cerca de 45 libras na conta de luz anual, e a medida passa a valer a partir de 1° de outubro.

Burnham em comunicado, afirmou: “Eu disse que daria às pessoas um pouco mais de espaço para respirar. Hoje, estou tomando medidas imediatas – reduzindo os impostos nas contas de energia para colocar mais dinheiro no seu bolso”.

O governo estima que a medida ação custará cerca de 850 milhões de libras em 2026-27, com base nos preços estimados da eletricidade. Para custear o corte, o será cancelado o programa de Identificação Digital, o que resultará em uma economia 1.8 bilhão de libras, estima o governo de Downing Street.

No entanto, o ex-secretário-chefe do primeiro-ministro Darren Jones, que deixou o cargo em julho deste ano junto com o ex-premiê Keir Starmer, levantou dúvidas sobre o financiamento da ação. Segundo Jones, o corte do imposto é uma boa notícia, mas o IVA já estaria sem financiamento. “O governo terá de explicar como vai pagar pelas suas novas políticas no orçamento”, publicou no X.

Também serão beneficiadas pequenas empresas que se encaixam nos critérios para a isenção de IVA para energia doméstica, instituições de caridade e lares de idosos elegíveis para a taxa reduzida, segundo o gabinete de Burnham.

Na Irlanda do Norte, onde ainda incidem regras da União Europeia para o IVA de energia elétrica, seria necessário um acordo com a União Europeia para implementar o corte do IVA na Irlanda do Norte.

O governo britânico afirmou que o território da Irlanda do Norte receberá um “financiamento comparável para que possa apoiar as famílias da Irlanda do Norte com o custo de vida, para garantir que as famílias na Irlanda do Norte recebam o mesmo apoio com a mesma rapidez que o resto do Reino Unido”.