A trajetória de Didier Deschamps terminou com o quarto lugar da Copa do Mundo de 2026. O treinador deixa o cargo após 14 anos e Zinédine Zidane assumirá o cargo.
“Decidi que aquilo tinha que parar. E se tomei essa decisão, não foi por mim, digo sinceramente, foi pelo bem da seleção francesa. Talvez não o tenha dito antes, mas vou ser honesto: não tomei esta decisão por mim. Porque existia um ambiente que era muito irrespirável com relação a mim, e a seleção francesa não merece isso. A seleção francesa está acima de tudo. Ela não me pertence. Eu a servi em missão por quatorze anos. Não há nada acima desta camisa”, disse Deschamps, em coletiva de imprensa.
“Começamos com grandes ambições. Conseguimos alcançar coisas bastante positivas. Não rendemos o esperado contra a Espanha (na semifinal); eles jogaram muito bem contra nós. Mas nem tudo foi perdido. Há aqui um elenco com verdadeira qualidade futebolística. Tínhamos a matéria-prima para obter resultados. Em nível pessoal, foi uma jornada maravilhosa”, completou,
O treinador deixa o país após 187 jogos, 122 vitórias, 22 empates e 33 derrotas, com 404 gols marcados e 180 sofridos. Foram dois títulos no período: Copa do Mundo de 2018 e Nations League de 2020/21.
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A grande final
Espanha e Argentina se enfrentam neste domingo (19/7), às 16h (horário de Brasília), no Estádio MetLife, em Nova York/Nova Jersey, pela grande final da Copa do Mundo.





Didier Deschamps e Kylian Mbappé
Tullio Puglia - FIFA/FIFA via Getty ImagesDidier Deschamps em entrevista coletiva da seleção francesa
Molly Darlington/Getty ImagesDidier Deschamps
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