Além de dialogar com o eleitorado feminino, o movimento Imparáveis, fã-clube da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), também mira a geração Z.
Segundo apurou a coluna, a escolha do formato de fandom faz parte dessa estratégia. A ideia é incorporar uma linguagem inspirada nas comunidades de fãs para aproximar o movimento do público mais jovem.





A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro
ReproduçãoMichelle Bolsonaro
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografoA ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro
DANILO M. YOSHIOKA/ESPECIAL METRÓPOLES @danilomartinsyoshiokaA ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, líder do PL Mulher
Hugo Barreto/MetrópolesNa prática, a iniciativa busca quer para a política a lógica dos fandoms: formar uma comunidade de apoiadores altamente engajada, com identidade própria e forte atuação nas redes sociais.
O projeto nasceu dentro da estrutura do PL Mulher e deve herdar parte da equipe que atuava com Michelle Bolsonaro na legenda. As atividades, porém, serão voluntárias.
Na quinta-feira (17/7), o perfil do movimento no Instagram, que reúne quase 6,5 mil seguidores, publicou um vídeo ao som de “Roar”, da cantora Katy Perry.
Nas imagens, uma mãe enfrenta um predador para salvar o próprio filhote, em uma metáfora de proteção, coragem e força feminina, atributos que o grupo pretende associar à imagem de Michelle Bolsonaro e à identidade dos Imparáveis.
Lançado oficialmente na semana passada, movimento já acumula pouca mais de 6.400 de seguidores nas redes.
Além de dialogar com o eleitorado feminino, o movimento Imparáveis, fã-clube da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), também se inspira e quer falar com a geração Z.
Segundo apurou a coluna, a escolha do formato de fandom faz parte dessa estratégia. A avaliação dos organizadores é que a linguagem e a identidade do movimento ajudam a aproximar a iniciativa do público mais jovem.
No caso do movimento Imparáveis, o uso da palavra fandom indica uma tentativa de importar essa lógica da cultura pop para a política: criar uma comunidade de apoiadores altamente engajada, com identidade própria e forte atuação nas redes sociais, especialmente para dialogar com a geração Z.
O projeto nasceu dentro da equipe do PL Mulher e deve herdar parte da estrutura organizacional e da equipe que atuava com Michelle Bolsonaro na legenda. As atividades, no entanto, serão desempenhadas de forma voluntária.
Na quinta-feira (17/7), o perfil do movimento no Instagram, que reúne quase 6,5 mil seguidores, publicou um vídeo ao som de “Roar”, da cantora Katy Perry.
Nas imagens, uma mãe enfrenta um predador para salvar o próprio filhote, em uma metáfora sobre proteção, coragem e força feminina — conceitos que o grupo pretende associar à imagem de Michelle Bolsonaro e à identidade do movimento.

