A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que MC Daniel moveu uma ação penal contra Lorena Maria, sua ex-companheira e mãe de seu filho. O caso teve início com o protocolo de uma queixa-crime apresentada em abril deste ano.
Na ação, obtida com exclusividade pela coluna, o cantor afirmou que Lorena utilizou as redes sociais para atacá-lo publicamente, humilhá-lo e propagar ofensas pessoais. Segundo Daniel, a influenciadora o chamou de “capeta”, “satanás” e “encarnado”.
Leia também
O funkeiro também relatou que a ex teria adotado um comportamento agressivo e ameaçador, afirmando que ele a “respeitaria na dor” e que “enfiaria a mão” em seu rosto.







MC Daniel e Lorena Maria.
Reprodução/Redes sociais.MC Daniel e Lorena Maria
Reprodução/Redes sociais.Lorena Maria e MC Daniel
Reprodução/Redes sociais.MC Daniel e Lorena Maria
Reprodução/InstagramMC Daniel
Reprodução/Instagram @mcdaniellLorena Maria conversou com a coluna durante a festa de lançamento da novela
Instagram/ReproduçãoMC Daniel
Reprodução/Instagram @mcdaniellLorena Maria posa sorridente e de cabelos soltos
Instagram/ReproduçãoAinda de acordo com a queixa-crime, MC Daniel acusou Lorena de persegui-lo e de retratá-lo como um homem abusivo e degradante. Ele sustentou, ainda, que a influenciadora insinuou publicamente que teria sido vítima de ataques racistas praticados por ele e por integrantes de sua família.
Prejuízos
Na ação, MC Daniel alegou que as publicações da ex-companheira provocaram o rompimento de contratos profissionais, perda significativa de seguidores e desgaste junto a contratantes.
O cantor também afirmou que sofreu ataques direcionados a ele e aos seus familiares, sustentando que as declarações de Lorena causaram danos expressivos à sua honra, imagem e reputação.
Crimes apontados e pedidos
Na queixa-crime, Daniel atribuiu à influenciadora a prática dos crimes de difamação, injúria e ameaça. O artista também pediu que, em eventual condenação, a pena seja aumentada pelo fato de as supostas ofensas terem sido divulgadas na internet, meio de ampla propagação.
Além disso, requereu uma reparação pelos danos sofridos no valor de R$ 30 mil.
Mudança de foro
O processo foi inicialmente distribuído ao Tribunal de Justiça de São Paulo. No entanto, após manifestação do Ministério Público de São Paulo apontando a incompetência do juízo para analisar o caso, a ação foi redistribuída ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro na última terça-feira (14/7).
Agora, a queixa-crime segue em fase inicial, cabendo ao Judiciário decidir se a queixa será ou não recebida.

