A governadora do Distrito Federal, Celina Leão afirmou, nesta segunda-feira (13/7) que determinou “apuração rígida e total” sobre a morte de Rodrigo Resende Prado, de 46 anos, que morreu no domingo (12/7) enquanto aguardava por atendimento no Hospital de Base.
Durante agenda no Recanto das Emas, Celina disse que solicitou todas as câmeras de segurança para identificar quanto tempo o paciente aguardou por atendimento.
“Segundo as informações que foram passadas a nós, ele chegou a fazer o registro e quando retornou, já teve um mal súbito, foi atendido na hora, mas não resistiu. A gente está apurando, inclusive, esse tempo de espera […] eu já pedi para subir todas as imagens para a gente ver qual foi o tempo. A nossa determinação é a apuração total”, disse a governadora.
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Celina também disse que tem realizado mudanças na área da Saúde com o objetivo de melhorar o atendimento à população. “Nós estamos reforçando desde a parte de estrutura à parte de contratação de médicos. Mas também não vamos deixar nada impune, tudo está sendo investigado. A determinação é a apuração rígida em qualquer tipo de falta de atendimento à população do Distrito Federal”, pontuou Celina.
- Rodrigo Resende, de 46 anos, morreu neste domingo (12/7), após dar entrada no Hospital de Base de Brasília.
- Ele aguardava atendimento quando teve um mal súbito e morreu.
- Imagens cedidas ao Metrópoles mostram Rodrigo sendo reanimado por duas servidoras em frente à entrada do hospital.
- Segundo relatos, o homem teria chegado ao Hospital de Base pedindo por atendimento, até passar mal e cair no chão.
- Rodrigo era conhecido na região de Taguatinga como Digão e deixa um filho de 6 anos.
- O Iges-DF informou que apura o caso e explicou que assim que a equipe soube do mal-estar do paciente, todos foram mobilizados para prestar assistência e realizar manobras de reanimação.
- “Toda a assistência prestada seguiu os protocolos técnicos estabelecidos para situação de emergência. Apesar da atuação imediata da equipe multiprofissional e da adoção de todas as medidas terapêuticas indicadas, o paciente não respondeu às manobras de reanimação e evoluiu a óbito”, destacou o Iges-DF.

