A influenciadora Virginia Fonseca voltou a ser alvo de polêmica após usar suas redes sociais para indicar aos seguidores um tratamento que não tem comprovação científica. A famosa se submeteu a uma sessão de soroterapia, procedimento que faz uma espécie de reposição de vitaminas. Especialistas detonaram a atitude da namorada de Vini Jr.
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Críticas
Nas redes sociais, o influenciador Thales Faccin, pós-graduado em bioquímica e fisiologia, fez um vídeo criticando Virginia depois da influencer indicar um procedimento sem eficácia comprovada. “Não sei como vocês ainda conseguem escutar uma mulher dessa”, desabafou.
Nesta semana, Virginia Fonseca apareceu nos stories dizendo que se sentiu “outra mulher” após uma sessão de soroterapia. “Deixa eu dar uma indicação pra vocês também. Soroterapia, galera. Eu fiz ontem, assim, surreal. Bicho, eu tô outra mulher, simplesmente. Levantou defunto”, disse.
Na gravação, Faccin diz que a fala da influenciadora é absurda, já que uma reposição endovenosa de vitaminas e minerais só deve ser feita com indicação médica.
“A gente até tem um parecer do CFM [Conselho Federal de Medicina] que proíbe esse tipo de prescrição com essas finalidades de anti-envelhecimento ou então promessas, como ela faz ali, sem qualquer respaldo científico”, informou o especialista.







Virginia Fonseca.
Reprodução/redes sociais.Thales Faccin detonou Virginia
Reprodução/Redes sociaisSoroterapia utilizada por famosos, como Virginia Fonseca, volta ao debate
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Instagram/ReproduçãoVirginia Fonseca usou as redes sociais para contar que está gripada
Instagram/ReproduçãoVirginia e Maria Alice na mansão de Vini Jr. em Nova Jersey
ReproduçãoSem comprovação
De acordo com o influenciador, reposição de vitaminas podem ser feitas por via oral. “Você não precisa fazer um procedimento invasivo que contorna barreiras fisiológicas excelentes como, por exemplo, a sua pele, o seu trato gastrointestinal, para ter algum suposto benefício que nem sequer existe”, reforçou.
Thales Faccin ressaltou que a soroterapia não possui evidências sólidas científicas que comprovem sua eficácia. “O que muitas dessas influenciadoras trazem são alegações completamente anedóticas com base em vivências, em uma experiência totalmente individual e que não tem nenhum ensaio clínico mostrando qualquer benefício disso.”
“Muitas dessas clínicas, profissionais que fazem tal patifaria não comunicam de forma adequada os riscos que isso pode apresentar (…), sendo que a gente pode ter coisas bem mais sérias”, completou.

