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PP espera União Brasil decidir futuro de Canella após prisão

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 1 hora)
PP espera União Brasil decidir futuro de Canella após prisão

O PP vai aguardar um posicionamento do União Brasil para se manifestar sobre a situação do ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado Márcio Canella (União), após sua prisão nesta terça-feira (7/7).

Caciques do PP ouvidos pela coluna defendem que é preciso entender a investigação que resultou na busca e apreensão contra Canella e ouvi-lo antes de tomar uma decisão sobre a manutenção da pré-candidatura.

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PF fez buscas contra Márcio Canella e Marcus Amim no Rio de Janeiro
Márcio Canella e Flávio Bolsonaro
Metrópoles
Prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), será candidato ao Senado no Rio em 2026
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Prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), será candidato ao Senado no Rio em 2026

Reprodução/Alerj
PF fez buscas contra Márcio Canella e Marcus Amim no Rio de Janeiro
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PF fez buscas contra Márcio Canella e Marcus Amim no Rio de Janeiro

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Márcio Canella e Flávio Bolsonaro
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Márcio Canella e Flávio Bolsonaro

O ex-prefeito de Belford Roxo foi o indicado da Federação União Brasil-PP para compor a chapa que tem o atual presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Douglas Ruas (PL), como candidato ao governo do estado.

A outra vaga ao Senado está pendente de indicação do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após o ex-governador Cláudio Castro desistir de concorrer após condenação no TSE e ser investigado em desdobramentos do Caso Master.

Prisão de Canella

O ex-prefeito de Belford Roxo e presidente do União Brasil no Rio de Janeiro, Márcio Canella, foi preso nesta terça-feira (7/7), durante a Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF), por porte ilegal de arma de fogo.

O político era alvo de mandados de busca e apreensão na 6ª fase da operação, mas acabou preso após os investigadores encontrarem um fuzil em situação irregular no interior de um veículo pertencente a Canella.

As buscas ocorreram em endereços localizados na capital fluminense e nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende. A Justiça também autorizou o sequestro de bens e valores, além da suspensão das atividades econômicas de empresas ligadas aos investigados.

Segundo a PF, um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou que o grupo teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos.

A corporação indica que a estrutura criminosa utilizava empresas do setor de combustíveis como plataforma para lavagem de dinheiro e contava, ainda, com a participação de agentes públicos.

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