A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que considera insuficiente o lote inicial de 36 caças F-39 Gripen para atender todas as demandas da Defesa Nacional. Segundo o Comando da Aeronáutica, a frota considerada adequada é de 66 aeronaves, motivo pelo qual “existe a intenção de aquisição de lotes adicionais de aeronaves F-39”.
A avaliação foi apresentada em resposta encaminhada pelo Ministério da Defesa em 2 de julho ao deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (Creden) da Câmara dos Deputados.




Os novos caças podem voar a até 16 mil metros de altitude, atingir velocidades de até 2.400 km/h e percorrer a distância entre Rio de Janeiro e São Paulo em cerca de 12 minutos
Sargento Müller Marin/FABCaça F-39 Gripen
Força Aérea Brasileira (FAB)O modelo nacional do F-39 Gripen é desenvolvido pela Embraer em parceria com a Saab, da Suécia
Sargento Müller Marin/FABA FAB informou que já foram desembolsados 28,7 bilhões de coroas suecas (cerca de US$ 3 bilhões), restando 14,18 bilhões de coroas suecas (cerca de US$ 1,47 bilhão) até a conclusão do contrato. Até o momento, dez aeronaves foram entregues, e outras 26 serão incorporadas até 2032.
A FAB informou ainda que pretende substituir os caças A-1 (AMX) por novas unidades do Gripen e que, neste momento, “não está sendo considerada a aquisição de uma aeronave intermediária”.
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Segundo o Comando da Aeronáutica, as consultas realizadas no mercado internacional indicaram que, diante do cenário atual de conflitos, não há opções disponíveis a curto prazo que reúnam capacidades operacionais atualizadas, boa manutenção e preços vantajosos.

