Vice-artilheiro da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026, Matheus Cunha enalteceu a qualidade da Noruega, mas afirmou que sabe como enfrentá-los. O atacante ainda relembrou os confrontos contra Haaland e comentou sobre Odegaard, maestro da seleção rival.
“Acho que sempre temos bastante competitividade na Inglaterra, não só com os dois, mas há outros jogadores que jogam lá e que a gente conhece pelo dia a dia e está sempre jogando contra. Foram grandes jogos, e eu tive a oportunidade de ser mais feliz nesses momentos”, disse Matheus Cunha.
“Mas sem dúvida nenhuma conhecemos muito, temos companheiros que os conhecem bem. Estamos tentando nos ajustar para chegar o mais preparado possível”, finalizou.
Sobre a responsabilidade e o desafio de atuar como camisa 9 da Seleção Brasileira, o atacante ressaltou a importância na história do time nacional e como tem treinado na função, tendo em vista a forte linha defensiva da Noruega:
“Sobre as marcações, sem dúvida nenhuma. A gente que tem essa responsabilidade de ser um pouquinho mais alto que os outros, a gente dedicou boa parte do treino para poder organizar a defesa, ainda mais sabendo que eles têm força na bola parada. A gente está bem ajustado, eu vou ser um dos responsáveis para sair a zero desses momentos da bola parada, se Deus quiser”, finalizou.







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Matheus Cunha enfrentou Erling Haaland, destaque da seleção da Noruega, nas passagens pela Alemanha e pela Inglaterra. Sobre o astro norueguês, o camisa 9 elogiou o desempenho do rival, mas também destacou outros jogadores que podem ser perigosos à Seleção Brasileira:
“Eu acho que o Haaland é um grande jogador, já demonstrou em todos os momentos que teve oportunidade. Desde o Borussia Dortmund o acompanho bastante. Já o enfrentei muitas vezes, joguei também na Alemanha e na Inglaterra. Temos relacionamento saudável e sabemos quanto cada um pode ser importante em suas equipes”, elogiou o adversário.
“O ataque é muito, muito forte. Tem tantos jogadores que a gente conhece, e joguei contra eles pelo Manchester. Temos que estar muito focados não só neles, mas em vários jogadores muito fortes da seleção norueguesa”, ressaltou sobre o ataque da Noruega.
A Seleção Brasileira não vence países europeus no mata-mata da Copa do Mundo desde a conquista do pentacampeonato em 2002. Essa marca é vista como uma motivação a mais por Matheus Cunha e pelo elenco do time nacional:
“A gente não conversa sobre isso e sobre Copas passadas. Na verdade, temos conversas sobre o momento exato da eliminação porque muitos companheiros passaram por isso, mas é muito mais sobre não querer reviver aquele dia do que propriamente sobre o adversário ou sobre a escola da qual ele vem, no caso a europeia”, disse o atacante.
“Mas sem dúvida nenhuma é algo que a gente tem que fazer para matar ou sumir com esse fantasma. Para ganhar Copa do Mundo, tem que passar por esses percalços. Espero que a gente possa contar outra história agora”, ressaltou os confrontos diante europeus.
A Seleção Brasileira encara a Noruega neste domingo (5/7), às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium. O time nacional busca a primeira vitória na história diante dos noruegueses.
No histórico do confronto, Brasil e Noruega se enfrentaram quatro vezes, sendo duas derrotas da Amarelinha e dois empates. Quem avançar pode enfrentar Inglaterra ou México nas quartas de final.


