O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou nesta sexta-feira (3/7) que o PSD vai fazer campanha em São Paulo para a reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos), apesar de o governador apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL) na pré-candidatura dele à Presidência da República — Kassab, que foi secretário de Governo de Tarcísio, é vice na chapa ao Planalto com Ronaldo Caiado.
Em entrevista ao Metrópoles em São Paulo, Kassab minimizou qualquer tipo de dependência da pré-campanha de Caiado em relação à de Tarcísio.
“Eu acredito muito numa votação muito expressiva em São Paulo. Nós não vamos misturar a campanha do Tarcísio [de Freitas]. O Tarcísio está lá mesmo com Flávio Bolsonaro, tem o nosso respeito, é o candidato dele. Mas nós estamos fazendo a campanha Caiado-Tarcísio”, afirmou. “O candidato a presidente dependia do candidato a governador, hoje não depende mais.”
Kassab afirmou, ainda, que a campanha de Caiado à presidência está sendo estruturada em todo o país independentemente de governador. Em São Paulo, o apoio do PSD ao nome de Tarcísio ao Palácio dos Bandeirantes será homologado durante a convenção partidária, que está marcada para o fim do mês.
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O presidente do PSD chegou a ser cogitado como possível vice na chapa de reeleição do governador de São Paulo, mas o projeto não avançou. Tarcísio optou por manter o atual ocupante do cargo, Felicio Ramuth, que trocou PSD pelo MDB em uma articulação feita pelo próprio governador.
“Felício Ramuth não foi correto com o partido, nós convidamos ele para se retirar”, disse Kassab. “[Ele tinha] uma postura isolacionista, em raia própria, e mostrou que não tem percepção do que é lealdade, do que é reconhecimento, do que é trabalho coletivo. Mas [está] resolvido. Saiu do partido, não tem nenhum estresse.”
Apesar disso, Kassab afirmou que “com o Tarcísio, a relação é a melhor possível” e que o governador estará na convenção do PSD.







O presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles - na foto em conversa com os jornalistas Fabio Leite e Reinaldo Azevedo
Rodrigo Freitas/MetrópolesO presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles - na foto em conversa com os jornalistas Fabio Leite e Reinaldo Azevedo
Alessandra Ferreira/MetrópolesO presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
Rodrigo Freitas/MetrópolesO presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
Alessandra Ferreira/MetrópolesO presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
Alessandra Ferreira/MetrópolesO presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
Alessandra Ferreira/MetrópolesO presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
Alessandra Ferreira/MetrópolesO presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
Alessandra Ferreira/MetrópolesO presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
Alessandra Ferreira/MetrópolesO presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao Metrópoles
Alessandra Ferreira/MetrópolesChapa “puro-sangue”
Na última quarta-feira (1/7), Kassab foi confirmado como vice de Ronaldo Caiado em uma chapa “puro-sangue” para disputar a Presidência da República nas eleições de outubro. A chapa ainda precisa ser confirmada em convenção partidária.
Em entrevista exclusiva ao Metrópoles, Kassab afirmou que a chapa composta apenas pelo PSD já era a principal linha de trabalho do partido.
“A gente sempre soube que seria chapa única. É evidente que a convenção é só no fim do mês, no dia 26, e nós não precisaríamos antecipar a decisão porque política é política e sempre pode aparecer algum fato novo. [Mas] A chapa pura sempre foi a principal hipótese de trabalho”, afirmou.

