Na véspera do início do chamado “defeso eleitoral”, alguns ministérios do governo Lula criaram novos perfis nas redes sociais. O objetivo é usar as páginas exclusivamente para divulgar informações oficiais de utilidade pública.
Os novos perfis foram criados pelo Ministério da Justiça e pela Advocacia-Geral da União (AGU). Em comunicado, as pastas anunciaram a desativação temporária de suas páginas oficiais e a criação de novos canais para o período de 4 de julho a 25 de outubro.






Aviso de desativação do perfil da AGU durante o período de defeso eleitoral
ReproduçãoNovo perfil da AGU
ReproduçãoNovo perfil da AGU
ReproduçãoNovo perfil do Ministério da Justiça
ReproduçãoAviso de desativação do perfil do Ministério da Justiça durante o período de defeso eleitoral
ReproduçãoA resolução do TSE que estabelece o calendário eleitoral de 2026 determina que, a partir de 4 de julho, os órgãos públicos excluam de seus canais oficiais conteúdos que identifiquem governos ou autoridades cujos cargos estejam em disputa.
A partir dessa resolução, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) orientou os ministérios que, nas redes sociais, essa determinação seja cumprida por meio do arquivamento de todas as publicações ou da suspensão temporária dos perfis.
Caso a pasta opte pela suspensão da página, a recomendação da Secom foi criar uma nova página. Segundo a secretaria, o novo perfil deve ser voltado apenas para a divulgação de conteúdos informativos e de prestação de serviços à população.
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As orientações da Secom constam na cartilha elaborada para orientar os ministérios e demais órgãos da administração pública federal sobre as regras de comunicação institucional nos três meses que antecedem as eleições.
Entre as determinações, o documento da Secretaria de Comunicação Social da Presidência estabelece que os perfis oficiais não podem seguir candidatos, curtir publicações, comentar, compartilhar conteúdos nem marcar perfis de candidatos.

