O que começou com sintomas de uma gripe comum terminou em uma longa internação que mudou completamente a vida de Kaydin Baldwin, moradora do Texas, nos Estados Unidos.
Aos 13 anos, ela desenvolveu complicações graves após uma infecção por influenza, passou 117 dias no hospital e precisou amputar as duas pernas e o braço direito para sobreviver. Durante a recuperação, completou 14 anos.
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Segundo a família, Kaydin começou a passar mal em 23 de janeiro, com febre, calafrios e dores no corpo. Nos dias seguintes, o quadro piorou rapidamente.

A adolescente desenvolveu pneumonia necrosante, uma forma rara e grave da doença que destrói parte do tecido pulmonar, além de sepse, formação de coágulos sanguíneos e falência de múltiplos órgãos.
A mãe da adolescente, Amanda Baldwin, relata pelas redes sociais que a filha chegou a sofrer uma parada cardíaca de cerca de dois minutos durante a internação.





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Getty ImagesA circulação sanguínea de Kaydim foi gravemente comprometida e os médicos precisaram amputar as duas pernas e o braço direito da menina para salvar sua vida. A cirurgia foi realizada em 17 de março deste ano.
Depois de receber alta, a adolescente iniciou um longo processo de reabilitação. Ela faz fisioterapia, terapia ocupacional e se prepara para utilizar próteses.
A família também precisa adaptar a casa e conseguir um veículo acessível para transportar a adolescente em cadeira de rodas. A campanha criada pela irmã, Arieanna Valdez, no GoFundMe, busca arrecadar recursos para custear todo o tratamento e as adaptações para Kaydim.
Como se proteger da gripe
- Uso de máscara, especialmente por pessoas doentes ou vulneráveis.
- Manter ambientes bem ventilados.
- Higienizar as mãos com frequência.
- Evitar contato próximo com outras pessoas ao apresentar sintomas gripais.
Casos como o de Kaydin são raros
A grande maioria das pessoas com gripe se recupera sem complicações. No entanto, em situações incomuns, a infecção pode favorecer o surgimento de doenças graves, como pneumonia e sepse.
Por isso, médicos orientam procurar atendimento rapidamente quando surgirem sinais de alerta, como dificuldade para respirar, febre persistente, piora rápida do estado geral, confusão mental, sonolência excessiva ou dor intensa.
O caso de Kaydin é considerado raro, mas reforça a importância de acompanhar a evolução dos sintomas e buscar assistência médica quando houver agravamento do quadro.

