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Veja como era o rosto do tatuador morto em "tribunal do crime" antes das tatuagens

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Veja como era o rosto do tatuador morto em "tribunal do crime" antes das tatuagens

A imagem do tatuador Lia Perboni antes de cobrir completamente o próprio rosto com tinta voltou a circular após sua morte violenta, ocorrida no último sábado (27/6), em Sorriso (MT). Conhecido pela transformação radical da aparência, Perboni exibia originalmente um rosto sem tatuagens faciais, mas decidiu, ao longo dos anos, preencher praticamente toda a face com pigmentação preta, tornando-se uma figura reconhecida nas redes sociais e no universo da tatuagem.

A transformação chamou atenção justamente pelo contraste entre o antes e o depois. Fotografias antigas mostram o tatuador com o rosto limpo, enquanto, mais recentemente, ele passou a ostentar a face quase totalmente coberta por tinta preta, além de outras modificações corporais.

A repercussão das imagens ganhou força após Perboni ser assassinado com pelo menos 10 tiros dentro de uma residência. Segundo a Polícia Militar de Mato Grosso, ele foi atingido no abdômen, na região lombar, nos braços e nas pernas.

Veja imagem:

homem com cara limpa e com o rosto tatuado

Outro baleado

Outro homem que prestava serviços ao proprietário do imóvel também foi baleado durante a invasão. A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, encaminhada a um hospital da região e permanece em estado estável.

De acordo com testemunhas, criminosos armados invadiram a casa e submeteram Lia Perboni a uma espécie de julgamento sumário, prática conhecida como “tribunal do crime”, expressão usada para descrever execuções promovidas por organizações criminosas contra pessoas acusadas de descumprir regras impostas pelas facções.

A principal linha de investigação é de que o homicídio tenha relação com um possível acerto de contas envolvendo o crime organizado. A motivação, entretanto, ainda é apurada pela Polícia Civil de Mato Grosso, que conduz as investigações para identificar os autores e esclarecer as circunstâncias da execução.

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