O confronto entre Brasil e Japão trouxe à tona o histórico extracampo de um dos atletas envolvidos no lance. O volante japonês Kaishu Sano, responsável pela jogada que machucou o craque brasileiro nos primeiros minutos do jogo desta segunda-feira (29/6) e pelo primeiro gol do Japão, já enfrentou graves problemas com a justiça de seu país.
Em julho de 2024, Sano foi preso pelas autoridades japonesas sob a acusação de violência sexual contra uma mulher de 30 anos em um hotel em Tóquio. O caso teve grande repercussão na época.
Apesar da gravidade da denúncia, não houve condenação formal, e o atleta acabou sendo liberado pelas autoridades locais após as investigações. Ao retornar à seleção japonesa cerca de um ano após o episódio, o volante veio a público pedir desculpas pelo ocorrido e pelo impacto de suas ações.
Outro caso de repercussão na seleção japonesa
Sano não é o único atleta do atual elenco do Japão a ter o nome envolvido em investigações dessa natureza. O atacante Junya Ito também enfrentou acusações severas no início de 2024. Duas mulheres acusaram o atacante de abuso sexual em um hotel na cidade de Osaka, alegando que estavam embriagadas no momento do ocorrido.
Devido ao escândalo, Ito foi cortado da Copa da Ásia. O jogador se defendeu apresentando uma denúncia contra as mulheres por falsa acusação.
Em agosto do mesmo ano, o Ministério Público japonês decidiu arquivar o caso envolvendo Junya Ito por falta de provas.

