O cenário financeiro ganha destaque com as recentes definições de juros no Brasil e nos Estados Unidos. Enquanto o Fed elevou a taxa norte-americana em 0,25 p.p. de forma unânime, o Copom confirmou o corte da Selic para 13,75%, adotando um tom de cautela sobre os próximos passos da economia.
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Paralelamente, o mercado acompanha o debate sobre os limites da inteligência artificial, impulsionado por alertas de segurança e pela proposta do comando da Anthropic de desacelerar os avanços no setor.
Corte de juros pelo Copom e projeções para a Selic
A autoridade monetária cortou a Selic para 13,75% mantendo o foco nas projeções de inflação. O cenário aponta para uma perda de ritmo mais clara da economia à frente, enquanto o câmbio tende a rodar sem grandes oscilações sustentado pelo balanço de pagamentos. A expectativa é de novos cortes de 0,25 p.p. por reunião, levando a Selic a 13,25% até o fim do ano e a 11,50% na metade de 2027.
Incertezas no ecossistema de inteligência artificial
Dúvidas sobre a viabilidade financeira das companhias de inteligência artificial e os rumos da tecnologia têm alimentado a oscilação dos ativos globais. O acordo recente entre quatro grandes executivos do setor para pausar o ritmo dos avanços gerou o receio de uma virada de ciclo, mas a leitura é de que o movimento não altera a tendência estrutural.
Métricas de valuation e desconto de Vale
A revisão dos números da Vale (VALE3) resultou na manutenção da indicação neutra, refletindo um balanço entre risco e retorno no patamar presente. O desconto de aproximadamente 10% frente aos pares globais diversificados segue alinhado com o histórico recente da companhia, indicando uma precificação justa.
Retorno e comportamento do fator dividendos no Brasil
Um levantamento quantitativo avaliou os dividendos pagos no último ano para medir a rentabilidade de estratégias focadas em proventos e seu comportamento diante de oscilações na taxa de juros e na atividade. O estudo analisa se a aquisição de empresas com maiores proventos assegura ganhos superiores frente a companhias com menor distribuição.
Inclusão de BDRs de empresas brasileiras no Ibovespa
A mudança nas regras da B3 (B3SA3) para aceitar BDRs de companhias nacionais no principal índice da bolsa levou a simulações sobre quais ativos entrariam na carteira sob os critérios atuais. Os cálculos apontam ROXO34, JBSS32, XPBR31 e INBR32 como os nomes elegíveis para integrar o indicador.
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