Sob a gestão interina do desembargador Ricardo Couto, o governo do Rio de Janeiro alcançou, nesta semana, a marca de 6,1 mil cargos comissionados exonerados. O número representa a soma dos desligamentos realizados em diferentes órgãos da administração pública estadual. O levantamento foi divulgado pela coluna do jornalista Octavio Guedes, no portal g1.
Segundo a publicação, a maioria dos funcionários desligados não possuía acesso ao sistema do governo.

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Órgão afirma que medida foi precedida de avaliação técnica e orçamentária e segue um modelo já adotado por outros tribunais e conselhos superiores.
No total, foram registradas 6.145 exonerações e 2.496 novas contratações, resultando em cerca de 3,6 mil postos de trabalho vagos. Com a medida, a projeção é de uma economia de R$ 221 milhões até dezembro de 2026 para os cofres públicos.
A mudança também se reflete nos critérios adotados para a ocupação de cargos comissionados no governo interino de Ricardo Couto. Desde que assumiu o comando do estado, as nomeações para postos do primeiro escalão passaram a ser, em sua maioria, de servidores de carreira.
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