A Petrobras (PETR4) encerrou a última sessão em baixa de 1,28%, cotada a R$ 42,53, mas preservou a recuperação iniciada após encontrar suporte em R$ 37,41. Dessa forma, a configuração técnica permanece construtiva: no gráfico diário, o papel está acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, enquanto, no semanal, consolida a reação após a correção iniciada na máxima histórica de R$ 49,39.
O principal ponto de atenção está na resistência de R$ 43,55, cuja superação poderá fortalecer o movimento comprador nos dois horizontes analisados. Neste momento, o principal gatilho para as ações está na divulgação dos resultados trimestrais, previsto para amanhã (6), o que pode gerar volatilidade e provocar movimentos mais intensos, inclusive rompimentos ou perdas temporárias de níveis técnicos relevantes.
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Análise técnica Petrobras (PETR4)
Pelo gráfico diário, observo que a Petrobras permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que favorece a continuidade da recuperação iniciada em R$ 37,41. A queda da última sessão representa uma acomodação desse movimento, mas o papel ainda precisa superar a resistência imediata de R$ 43,55 para confirmar uma retomada mais consistente.
Um rompimento de R$ 43,55, preferencialmente acompanhado por aumento do volume comprador, poderá abrir espaço para um avanço até R$ 45,81. Acima desse patamar, o ativo voltará a mirar a máxima histórica de R$ 49,39, principal referência para uma ampliação da tendência de alta.

No campo negativo, o primeiro suporte aparece em R$ 41,25. A perda das médias móveis, seguida pelo rompimento de R$ 39,89 e R$ 37,41, enfraqueceria a estrutura de recuperação e poderia intensificar a pressão vendedora. Nesse cenário, os próximos pontos de sustentação estão em R$ 35,61, R$ 34,14 e R$ 31,70.
O IFR de 14 períodos está em 58,26 pontos, dentro da zona neutra e sem indicar condições de sobrecompra ou sobrevenda. Minha leitura de curto prazo permanece positiva enquanto o papel sustentar as médias, mas a superação de R$ 43,55 será determinante para dar continuidade ao movimento comprador.
Suportes: R$ 41,25; R$ 39,89; R$ 37,41; R$ 35,61; R$ 34,14; R$ 31,70.
Resistências: R$ 43,55; R$ 45,81; máxima histórica em R$ 49,39.
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Análise de médio prazo
No acumulado de 2026, as ações da Petrobras registram valorização de 41,56%, negociadas atualmente a R$ 42,53. Pelo gráfico semanal, observo que o ativo preserva uma estrutura técnica positiva, apesar da correção iniciada após a renovação da máxima histórica em R$ 49,39.
A realização de lucros levou as cotações até o suporte de R$ 37,41, região em que o papel voltou a atrair compradores. Atualmente, a ação negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos e próxima dessas referências, configuração que reforça o momento de definição no médio prazo.

Para fortalecer a recuperação, considero necessário superar inicialmente R$ 43,55. A confirmação acima dessa resistência poderá abrir caminho para um novo teste da máxima histórica de R$ 49,39. Se esse topo também for rompido, as próximas projeções de alta aparecem em R$ 52,90, R$ 57,60, R$ 60,00 e R$ 65,20.
Por outro lado, a perda de R$ 39,90 poderá enfraquecer a reação e levar o ativo novamente ao suporte de R$ 37,41. Abaixo dessa faixa, a correção poderá ganhar intensidade, com pontos de sustentação em R$ 34,14, R$ 31,70, R$ 28,04 e R$ 26,82.
O IFR de 14 períodos está em 56,14 pontos, também dentro da zona neutra. Minha leitura para o médio prazo segue construtiva, mas condicionada ao rompimento de R$ 43,55. Enquanto essa resistência não for superada, o papel deverá permanecer em uma faixa de consolidação, especialmente diante da proximidade da divulgação dos resultados trimestrais.
Suportes: R$ 39,90; R$ 37,41; R$ 34,14; R$ 31,70; R$ 28,04; R$ 26,82.
Resistências: R$ 43,55; máxima histórica em R$ 49,39; projeções em R$ 52,90; R$ 57,60; R$ 60,00; R$ 65,20.
(Rodrigo Paz é analista técnico)
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