O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (24), CDBs com taxas prefixadas de até 14,800% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,000% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 112% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,100% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação que pagam até IPCA+ 6,040% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 89% do CDI em mais de 1 ano.
LCIs contam com taxas prefixadas de até 12,500% em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 90% do CDI com vencimento em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB NEON FINANCEIRA
Taxa: 105,5% do CDI
Vencimento: julho/2029
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CDB PAULISTA
Taxa: 106% do CDI
Vencimento: julho/2029
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LCA BANCO BOCOM BBM SA
Taxa: 88% do CDI
Vencimento: julho/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (24)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a quinta-feira (23) em alta em toda a curva, acompanhando a disparada do petróleo Brent, que voltou a superar US$ 100 por barril, e o avanço dos rendimentos dos Treasuries. O movimento foi provocado pela intensificação do conflito entre Estados Unidos e Irã, que ampliou os temores de pressão inflacionária global.
Na ponta curta e intermediária, o DI para janeiro de 2028 avançou 14 pontos-base, para 14,355%, refletindo a piora do cenário externo. Apesar da abertura da curva, o mercado manteve a expectativa de um corte de 0,25 ponto percentual da Selic na reunião de agosto, embora as apostas em uma nova redução dos juros em setembro tenham perdido força diante da alta do petróleo.
A ponta longa também encerrou o dia em alta, mas com intensidade um pouco menor. O DI para janeiro de 2035 subiu 8 pontos-base, para 14,82%, incorporando o aumento dos prêmios de risco associado à escalada das tensões geopolíticas e ao avanço dos juros dos títulos do Tesouro americano.
O mercado reagiu à nova rodada de ataques dos Estados Unidos contra o Irã, ao fechamento do Estreito de Ormuz e aos ataques a petroleiros no Mar Vermelho, fatores que elevaram as preocupações com a oferta global de petróleo. A alta da commodity reforçou as expectativas de inflação e impulsionou os Treasuries, pressionando também a curva brasileira.
Ao longo do pregão, os juros futuros chegaram às máximas do dia, acompanhando o agravamento do cenário externo. Na reta final da sessão, o mercado continuava precificando cerca de 80% de probabilidade de corte da Selic em agosto, mas reduzia as apostas de flexibilização adicional na reunião de setembro.
Com isso, a curva de juros voltou a abrir em toda a sua extensão. Enquanto a ponta curta refletiu a revisão das expectativas para o ciclo de cortes da Selic, a curva longa permaneceu pressionada pelo aumento dos riscos inflacionários e pela maior aversão ao risco no cenário internacional.
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