Com o dólar começando o dia em alta, a R$ 5,08, o mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (23), CDBs com taxas prefixadas de até 14,750% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,500% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 106% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas atreladas à inflação que pagam até IPCA+ 6,020% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 89% do CDI em mais de 1 ano.
LCIs contam com taxas prefixadas de até 12,500% em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 90% do CDI com vencimento em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB NEON FINANCEIRA
Taxa: 105,5% do CDI
Vencimento: julho/2029
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CDB PAULISTA
Taxa: 106% do CDI
Vencimento: julho/2029
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LCA BANCO BOCOM BBM SA
Taxa: 88% do CDI
Vencimento: julho/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (23)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a quarta-feira (22) em alta, acompanhando o avanço dos Treasuries e a forte valorização do petróleo Brent, em meio ao agravamento das dificuldades no transporte de petróleo e gás no Oriente Médio. O aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã reforçou os receios de pressão sobre a inflação global, elevando os prêmios da curva de juros brasileira.
Na ponta curta e intermediária, o DI para janeiro de 2028 avançou 6 pontos-base, para 14,205%. Apesar da alta, os movimentos permaneceram limitados pela expectativa de que o Copom promoverá um novo corte de 0,25 ponto percentual da Selic na reunião de agosto, embora o mercado siga dividido sobre os próximos passos da política monetária a partir de setembro.
A ponta longa também registrou alta. O DI para janeiro de 2035 subiu 7 pontos-base, para 14,725%, refletindo o aumento dos prêmios de risco diante da escalada das tensões geopolíticas, da alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano e da disparada do petróleo, que chegou a ser negociado perto de US$ 95 por barril.
O mercado reagiu às declarações de autoridades iranianas sobre restrições ao transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz e aos ataques de grupos aliados do Irã no Mar Vermelho, fatores que ampliaram as preocupações com a oferta global de energia e seus potenciais impactos inflacionários.
No cenário doméstico, também permaneceu no radar a entrada em vigor da tarifa de 25% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Embora o governo brasileiro tenha adotado um tom cauteloso, o mercado avaliou que a medida pode afetar o fluxo de dólares para o país, com reflexos sobre o câmbio e a inflação.
Com isso, os juros futuros encerraram o dia em alta em toda a curva. Enquanto a ponta curta continuou ancorada pela expectativa de redução da Selic no curto prazo, a curva longa incorporou um prêmio maior diante da deterioração do cenário externo e do aumento dos riscos inflacionários.
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